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Polícia

Polícia Federal estoura laboratório que fabricava notas falsas de R$ 200

Investigadores estimam que os investigados tenham produzido, até o momento, mais de R$ 10 milhões

30/09/2020 13:27, atualizado 01/10/2020 05:54
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Polícia Federal/Divulgação
PF estoura laboratório que fabricava notas de R$ 200

A Polícia Federal (PF) deflagrou operação para desarticular uma quadrilha de Minas Gerais especializada em fabricar cédulas de dinheiro falsas praticamente idênticas às originais. O grupo, inclusive, já produzia notas falsas de R$ 200 anunciadas pelo Banco Central.

A ação policial, denominada Triângulo das Bermudas, contou com o apoio da Polícia Militar do estado. Segundo os investigadores, o grupo tinha um laboratório gráfico de contrafação das cédulas, que eram vendidas para todo país. O espaço está localizado em Ituiutaba (MG).

Polícia Federal estoura laboratório que fabricava notas falsas de R$ 200 - destaque galeria
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Nota de R$ 200
Cédula já foi colocada em circulação pelo Banco Central
Operação da Polícia Federal
Nota tem a imagem do lobo guará
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Nota tem a imagem do lobo guará

Reprodução/Banco Central
Nota de R$ 200
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Nota de R$ 200

Reprodução/Banco Central
Cédula já foi colocada em circulação pelo Banco Central
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Cédula já foi colocada em circulação pelo Banco Central

Reprodução
Operação da Polícia Federal
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Operação da Polícia Federal

Hugo Barreto/Metrópoles
Em revista no laboratório, os policiais encontraram mais de meio milhão de reais em cédulas falsas, de R$ 10 a R$ 200. A Polícia Federal estima que os investigados tenham produzido, até o momento, mais de R$ 10 milhões.

Além do montante de dinheiro falso, a PF também apreendeu impressoras, laminadoras, guilhotinas, máquina de cola quente, telas de marcação, telas de luz, secadores, CPUs, diferentes folhas com marcas d´água e simulações de itens de segurança, invólucros com tintas diversas, papéis diversos para impressão de cédulas, equipamento gráfico, telas de serigrafia, tintas de serigrafia, papéis foil e material de acabamento.

Todo maquinário era usado na falsificação das notas. A corporação não informou quantos eram os investigados.