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Cinco dias depois de encontrarem o corpo da turista italiana Pamela Canzonieri em Morro de São Paulo (BA), permanece o mistério sobre o que teria causado sua morte. Porém, houve avanços na investigação policial.

A autópsia revelou que o corpo não tinha sinais de perfuração provocada por arma de fogo ou armas brancas, embora isso não seja suficiente para eliminar de vez um cenário de homicídio, já que foram achadas escoriações na vítima – a outra linha seguida pelas investigações é a de causa natural.

Também foram encontradas substâncias que parecem maconha e cocaína na casa onde Pamela estava, e agora a polícia espera os laudos para confirmar a suspeita. Além disso, foram retiradas amostras de órgãos da italiana para descobrir se ela consumiu entorpecentes.

No último sábado (19), o pai da vítima, Giovanni, negou veementemente que a filha fosse usuária de drogas. “Para que sujar o nome dela assim? Era uma menina brilhante”, disse. Na tarde desta terça-feira (22), a delegada que cuida do caso, Argimária Freitas, deve interrogar algumas testemunhas.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia não divulga mais informações por temer que eventuais suspeitos possam escapar, já que Morro de São Paulo é cercada por mata fechada, o que complicaria as buscas.

Pamela trabalhava na vila como garçonete, tinha 39 anos e era natural de Ragusa, na região italiana da Sicília.

 

 

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