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Brasil

PF deflagra operação contra comércio ilegal de aves silvestres no ES

As investigações consistem na apuração de condutas relacionadas à captura, manutenção irregular e comercialização de aves silvestres

Caio Ramos15/04/2026 11:35
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PF ES
Imagem colorida,Arara-canindé era mantida em cativeiro- Metrópoles

A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação nesta quarta (15/4) para impedir o comércio ilegal de animais silvestres, especificamente aves, no Espírito Santo. Uma arara-canindé e um pássaro-preto da espécie graúna foram resgatados.

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nos municípios de Guarapari, Serra e Cariacica. A operação teve apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) na fiscalização de empresas que comercializavam aves silvestres.

De acordo com a PF, as investigações consistem na apuração de empresas que realizam a “captura, manutenção irregular e comercialização de espécimes da fauna silvestre”, assim como o uso de documentos irregulares para ter uma suposta “posse legal” desses animais.

“As condutas apuradas poderão, em tese, caracterizar crimes relacionados à falsificação de documentos públicos, inserção de dados falsos em sistemas oficiais, associação criminosa e crimes contra o meio ambiente”, declarou a PF, em nota.

A ação recebe o nome de operação “Ajuruetê II” em referência à expressão indígena usada para definir aves da fauna do país, sobretudo espécies caracterizadas pela sua vocalização, que são o foco da PF, para recuperá-las e devolver ao meio ambiente.

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pássaro-preto da especie graúna era mantido em cativeiro
Arara-canindé era mantida em cativeiro
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Arara-canindé era mantida em cativeiro

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pássaro-preto da especie graúna era mantido em cativeiro
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pássaro-preto da especie graúna era mantido em cativeiro

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Nas imagens, é possível ver que uma das empresas mantinha em cativeiro uma arara-canindé e um pássaro-preto da espécie Graúna. A PF cumpre os mandados nestes locais para reunir elementos de prova, identificar possíveis envolvidos e interromper as atividades que se configuram como crime ambiental.

A corporação seguirá com as investigações para o esclarecimento dos fatos.

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