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Brasil

PF apreende joias, carro de luxo, moto e cofre com bandidos que planejavam matar Moro

A operação da PF cumpre 24 mandados de busca e apreensão e 11 de prisão contra grupo do PCC que planeja mortes

22/03/2023 10:45, atualizado 22/03/2023 12:42
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PF/Divulgação
Moro Marielle

Além das nove pessoas presas, suspeitas de arquitetar a morte de agentes públicos brasileiros, entre eles o senador Sergio Moro (União Brasil), a Operação Sequaz apreendeu diversos itens. Ao todo, a operação cumpre 24 mandados de busca e apreensão e 11 de prisão nos estados de São Paulo, Paraná, Rondônia, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.

O objetivo da operação era desarticular o plano feito pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). A Polícia Federal descobriu um esconderijo no qual o grupo do PCC que planejava o sequestro e a morte de autoridades. O grupo é conhecido como sintonia restrita.

Durante o cumprimento das ações judiciais, os investigadores apreenderam carros de luxo, motos e malotes com documentos e um cofre com dinheiro.

Veja fotos dos bens apreendidos:

PF apreende joias, carro de luxo, moto e cofre com bandidos que planejavam matar Moro - destaque galeria
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Dinheiro apreendido na operação que prendeu quadrilha que queria matar Moro
Carro de luxo na casa de um dos alvos
Operação ocorreu em várias unidades da Federação
Polícia Federal fez operação nesta quarta-feira (22/3) contra PCC, que pretendia matar senador Sergio Moro e promotor de Justiça
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Polícia Federal fez operação nesta quarta-feira (22/3) contra PCC, que pretendia matar senador Sergio Moro e promotor de Justiça

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Dinheiro apreendido na operação que prendeu quadrilha que queria matar Moro
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Dinheiro apreendido na operação que prendeu quadrilha que queria matar Moro

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Carro de luxo na casa de um dos alvos
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Carro de luxo na casa de um dos alvos

PF/Divulgação
Operação ocorreu em várias unidades da Federação
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Operação ocorreu em várias unidades da Federação

PF/Divulgação

Os alvos

Moro entrou na mira da facção quando, durante o cargo de ministro de Segurança Pública de Jair Bolsonaro, transferiu o chefe do esquema para presídios de segurança máxima, com o objetivo de enfraquecer a comunicação entre organizações criminosas no sistema penitenciário brasileiro.

Ao longo dos planos de retaliação, o grupo alugou chácaras, casas e até um escritório ao lado de endereços de Moro, além de monitorar a própria família do parlamentar meses a fio.

No Twitter, ele anunciou que fará um pronunciamento sobre o caso na tarde desta quarta, em tribuna do Senado.

Além do senador, outro alvo do grupo era o policial Lincoln Gakyia, o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), localizado em Presidente Prudente (SP). A Polícia Federal constatou que, junto dos assassinatos, a organização planejava o sequestro das autoridades públicas.

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