Petisco contaminado: polícia indicia quatro por intoxicação de cães

Segundo investigações, houve identificação errada de lotes de monoetiloglicol, tóxico a animais e humanos, como se fosse produto alimentício

atualizado 06/12/2022 9:01

Ilustração/Pixabay

Quatro membros da Tecnoclean foram indiciados pela Polícia Civil por falsificação na produção de petiscos que mataram 14 cães no estado de Minas Gerais. A decisão foi divulgada pelo órgão nesta segunda (5/12). De acordo com a delegada Danúbia Quadros, o crime é considerado hediondo e a pena varia de 10 a 15 anos de reclusão.

As investigações concluíram que a causa das contaminações foi a incorreta identificação de lotes de monoetilenoglicol (substância tóxica para animais e humanos) como se fossem propilenoglicol (utilizado na indústria alimentícia).

“Durante as investigações, foi constatado que a empresa Tecnoclean repassou para a fabricante Bassar um produto como sendo de grau alimentício um produto que era de grau técnico”, explicou Danúbia.

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