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Perícia em Belford Roxo: ossadas não são de meninos desaparecidos

Polícia Civil do Rio coletou ossadas em trecho de Belford Roxo apontado como local onde corpos foram abandonados

Grasielle Castro02/08/2021 14:08, atualizado 02/08/2021 14:23
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Aline Massuca / Metrópoles
Bombeiros buscam restos mortais dos meninos desaparecidos em Belford Roxo

A busca pelos corpos dos três meninos desaparecidos em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, segue sem êxito. De acordo com reportagem do G1, a perícia da Polícia Civil do Rio indiciou que as ossadas localizadas em uma ponte da cidade, apontada como provável local onde eles foram abandonados, não pertencem a nenhum dos três.

Lucas Matheus, Alexandre e Fernando Henrique estão sendo procurados desde dezembro de 2020.

Na sexta-feira (30/7), peritos da Polícia Civil do Rio encontraram fragmentos de ossos e fios que podem ser cabelo humano no Rio Botas, em Belford Roxo.

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Buscas pelos restos mortais dos meninos desaparecido em Belford Roxo
Buscas pelos restos mortais dos meninos de Belford Roxo
Meninos de Belford Roxo estão desaparecidos há mais de nove meses
Lucas Matheus (8 anos), Alexandre da Silva (11 anos) e Fernando Henrique (11 anos) desapareceram em dezembro de 2020
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Lucas Matheus (8 anos), Alexandre da Silva (11 anos) e Fernando Henrique (11 anos) desapareceram em dezembro de 2020

Reprodução
Buscas pelos restos mortais dos meninos desaparecido em Belford Roxo
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Buscas pelos restos mortais dos meninos desaparecido em Belford Roxo

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Buscas pelos restos mortais dos meninos de Belford Roxo
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Buscas pelos restos mortais dos meninos de Belford Roxo

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Meninos de Belford Roxo estão desaparecidos há mais de nove meses
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Meninos de Belford Roxo estão desaparecidos há mais de nove meses

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De acordo com informação recebidas pelos investigadores, este poderia ser o local onde os corpos dos meninos, desaparecidos desde 27 de dezembro de 2020, teriam sido arremessados em sacos plásticos a mando de traficantes da região.

A confirmação foi realizada a partir de exame de DNA no material, que está em avançado estado de decomposição, de acordo com o perito Arthur Couto.

Os itens encontrados pelos peritos dentro do rio estavam dentro de sacos plásticos pretos.

Policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense ( DHBF) e mergulhadores do Corpo de Bombeiros iniciaram buscas pelos corpos no local indicado por uma testemunha, que se apresentou à polícia na última quarta-feira (28/7) e contou que seu irmão teria recebido ordens de traficantes para dar fim aos corpos dos meninos.

As crianças teriam sido agredidas e mortas por ordem do criminoso José Carlos dos Prazeres Silva, o Piranha, que tem a prisão decretada por tráfico.

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