Pandemia acentuou desigualdade no mercado de trabalho, aponta Dieese

Dos 8 milhões de pessoas que perderam o emprego entre o primeiro e o segundo trimestre, por exemplo, 6,3 milhões eram negros e negras

atualizado 20/11/2020 12:50

“Homens e mulheres negros, ocupados em situação de informalidade, no trabalho doméstico e sem vínculo legal, foram os que mais sofreram os efeitos da parada da economia brasileira por causa do coronavírus”, diz o Dieese em estudo relativo ao Dia da Consciência Negra.

Segundo o instituto, a pandemia acentuou uma relação historicamente desigual. “Negros e negras enfrentam mais obstáculos para conseguir uma colocação, ganham menos e têm frequentemente inserção vulnerável e frágil.”

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