Pai de Henry alerta: “Não se calem! Violência contra criança é crime”

Nas redes sociais, engenheiro Leniel Borel de Almeida Júnior pede para que agressões a crianças sejam denunciadas

atualizado 09/04/2021 13:53

Publicação pai de Henry Borel AlmeidaReprodução redes sociais

Rio de Janeiro – Em mais uma publicação nas redes sociais, o engenheiro Leniel Borel de Almeida Júnior, pai do menino Henry Borel Medeiros, promete lutar para que a justiça seja feita e fez um alerta para que violência contra a criança seja denunciada.

“Prometo lutar para que sua morte não seja a representação da violência com apenas mais uma criança, mas que haja reflexão de que qualquer tipo de violência doméstica deve ser denunciada”, diz o pai.

Confira o post:

Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida foi presa, na última quinta-feira (8/4), ao lado do médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido), em uma casa em Bangu, zona oeste do Rio. O casal é acusado de envolvimento na morte do menino de 4 anos no dia 8 de março. Mãe e padrasto da criança alegam acidente doméstico.

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Entenda o caso

O menino Henry Borel Medeiros morreu no dia 8 de março ao dar entrada em um hospital da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Segundo Leniel Borel, ele e o filho passaram o fim de semana anterior normal.

Por volta das 19h do dia 7, o pai o levou de volta para casa, onde morava com a mãe, Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida, e com o vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade).

Ainda segundo o pai de Henry, por volta das 4h30 do dia 8, ele recebeu uma ligação de Monique falando que estava levando o filho para o hospital, porque o menino apresentava dificuldades para respirar.

Leniel afirma que viu os médicos tentando reanimar o pequeno Henry, sem sucesso. O menino morreu às 5h42, segundo registro policial registrado pelo pai da criança.

De acordo com o laudo de exame de necrópsia, a causa da morte do menino foi hemorragia interna e laceração hepática, provocada por ação contundente. Para especialistas, ação contundente seria agressão.

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