Operação mira núcleo financeiro associado a família de líder do CV. Veja vídeo

A PCMG mira familiares de Dandão, uma das lideranças do CV, envolvido em tráfico, estelionato, jogos ilegais de azar e lavagem de dinheiro

atualizado

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Divulgação/Polícia Civil de MT (PCMT)
Imagem colorida,policiais cumprem mandado de busca e apreensão na casa de um dos investigados- Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida,policiais cumprem mandado de busca e apreensão na casa de um dos investigados- Metrópoles - Foto: Divulgação/Polícia Civil de MT (PCMT)

Um núcleo financeiro do Comando Vermelho (CV) foi alvo da Operação Retirada, da Polícia Civil de Mato Grosso (PCMT), na manhã desta terça-feira (10/3). A maioria dos investigados são familiares de “Dandão”, uma das lideranças do CV, envolvido em tráfico, estelionato, jogos ilegais de azar e lavagem de dinheiro.

Imagens registradas durante a operação mostram o momento em que os policiais invadem a residência de um dos investigados em Cuiabá. Veja:

 

A quadrilha é acusada de obter, movimentar e retirar dinheiro mediante a ações criminosas como golpes e tráfico de drogas, o que configura lavagem de dinheiro. Entre os alvos está um sobrinho e outras pessoas próximas a Dandão.

A corporação cumpre quatro mandados de prisão, quatro de busca e apreensão, quebra de sigilo bancário, assim como a apreensão de veículos dos investigados em Cuiabá.

Após o lucro, a organização atuava para ocultar o dinheiro proveniente das ações criminosas. Com o esquema de “sacadores” e “laranjas”, o grupo criminoso usava contas bancárias de terceiros para receber os valores, o que dificulta a investigação para apurar o criminoso que está por trás da movimentação e do montante obtido.

Modus operandi

Entre os investigados dois suspeitos atuavam como sacadores responsáveis por providenciar contas bancárias de terceiros e coordenar a movimentação financeira do esquema. Outro integrante exercia a função de executor operacional, realizando saques em espécie, entregas de valores e pagamentos sob orientação do grupo.

“É uma investigação extremamente importante, pois o núcleo financeiro, desarticulado na operação, era responsável pela sustentação das atividades criminosas, uma vez que permitia ocultar e fazer circular os recursos ilícitos que financiam à atuação da facção”, diz o delegado da PCMT, Antenor Junior Pimentel Marcondes.

O suspeitos que atuavam como “sacador” eram responsáveis por dividir e arrecadar o montante obtido com os crimes, além de repassar uma parte deste valor ao Comando Vermelho. 

Outro ponto que contribuiu com a investigação foi que a polícia identificou que os investigados ostentavam um padrão de vida luxuoso, com bens e veículos que não condiziam com a renda declarada pelos suspeitos.

A ação policial foi denominada de “Operação Retirada” em referência a atuação dos “sacadores” que fazia a movimentação dos valores obtidos com as atividades ilícitas, retirando das contas de laranjas e repassando para as contas de terceiros.

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