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Brasil

Omar Aziz sobre PEC da Transição: "Tem que apressar essa discussão"

Senador Omar Aziz comentou demora na aprovação da PEC, que ainda está na fase do anteprojeto e não chegou ao Congresso

22/11/2022 18:20
Hugo Barreto/Metrópoles
Imagem colorida mostra senador Omar Aziz falando durante CPI da Covid - Metrópoles

O senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou, nesta terça-feira (22/11), que acredita que é necessário “apressar essa discussão” ao se referir à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição.

“Acho que tem que apressar essa discussão. Nós estamos no dia 22 de novembro, tem um mês ai para encerrar praticamente os trabalhos no Congresso”, declarou na saída do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da equipe de transição.

Omar Aziz sobre PEC da Transição: “Tem que apressar essa discussão” - destaque galeria
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Senador Omar Aziz (PSD-AM) foi procurado pelo ex-presidente Lula na semana passada
Ex-presidente Lula e senador Omar Aziz (PSD-AM) se encontraram em São Paulo
Omar Aziz (PSD) e Arthur Neto (PSDB) disputarão o segundo turno das eleições para a cadeira do Amazonas (AM) no Senado
Omar Aziz (PSD-AM) se projetou nacionalmente pela presidência da CPI da Covid. Pesquisa Real Time Big Data o apresenta com 29% das menções
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Omar Aziz (PSD-AM) se projetou nacionalmente pela presidência da CPI da Covid. Pesquisa Real Time Big Data o apresenta com 29% das menções

Divulgação/Senado
Senador Omar Aziz (PSD-AM) foi procurado pelo ex-presidente Lula na semana passada
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Senador Omar Aziz (PSD-AM) foi procurado pelo ex-presidente Lula na semana passada

Pedro França/Agência Senado
Ex-presidente Lula e senador Omar Aziz (PSD-AM) se encontraram em São Paulo
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Ex-presidente Lula e senador Omar Aziz (PSD-AM) se encontraram em São Paulo

Ricardo Stuckert
Omar Aziz (PSD) e Arthur Neto (PSDB) disputarão o segundo turno das eleições para a cadeira do Amazonas (AM) no Senado
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Omar Aziz (PSD) e Arthur Neto (PSDB) disputarão o segundo turno das eleições para a cadeira do Amazonas (AM) no Senado

Reprodução

A proposta quer garantir as promessas de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como a manutenção do Auxílio Brasil – que voltará a se chamar Bolsa Família – em R$ 600, com o complemento de R$ 150 para famílias nas quais há crianças de até 6 anos e o aumento real do salário mínimo.

O teto de gastos é considerado um obstáculo fiscal, e já foi chamado de “problema em vez de solução” pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin.

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