
OEA reconhece resultado da eleição do Brasil como legítimo
Observadores da OEA estiveram no Brasil para acompanhar eleição. Missão parabenizou Lula e Alckmin pela reeleição

A Organização dos Estados Americanos (OEA) reconheceu a legitimidade do resultado das eleições no Brasil em seu relatório preliminar sobre o pleito. No documento, a instituição destaca que “não tem dúvidas quanto à integridade dos dados oficiais” ao parabenizar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice Geraldo Alckmin (PSB) pela reeleição.
Ao todo, 88 observadores da OEA acompanharam o segundo turno no Brasil e no exterior. No total, para as eleições de 2026, a OEA mobilizou 179 observadoras e observadores, o que fez dessa a maior missão de observação eleitoral internacional já realizada no Brasil. A missão também parabeniza o trabalho feito pela Justiça Eleitoral.
Os observadores acompanharam a verificação pública da autenticidade e integridade dos sistemas e também as etapas de carregamento e lacração das urnas eletrônicas nas seções eleitorais. Além disso, os integrantes da missão estiveram presentes no teste de integridade das urnas eletrônicas. No dia da eleição, eles estiveram presentes em 977 seções eleitorais, acompanhando todo o processo de votação.

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Frequência de envio: Diário
Ver todasSobre o processo eleitoral, o relatório destaca o recorde de judicialização, com mais de mil ações judiciais e pedidos de direito de resposta apresentados entre as campanhas presidenciais. Também afirma que o alto número de decisões individuais por ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) gerou incerteza jurídica e conflitos de competência, como a decisão de estender por duas horas o período de votação, tomada pelo ministro Cristiano Zanin.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesOutros desafios citados foram os relatos de falta de transporte público em algumas localidades e dificuldades de acesso e logística para o transporte de eleitores em comunidades indígenas.
Além disso, o relatório cita os conflitos com a Meta registrados durante o pleito. A campanha de Lula acusou a empresa de beneficiar o candidato Flávio Bolsonaro (PL) em suas plataformas.
