Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

"O MST tem que acabar", afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco

O deputado federal Luciano Zucco, também presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MST, deu entrevista ao Metrópoles nesta 3ª

29/08/2023 14:33, atualizado 29/08/2023 22:16
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Foto colorida de Luciano Zucco, líder da oposição na Câmara. - Metrópoles

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), deputado federal Luciano Zucco (Republicanos-RS), afirmou que o MST “tem que acabar”. Ele fez a afirmação durante entrevista ao Metrópoles, ao lado do parlamentar e relator Ricardo Salles (PL-SP), na tarde desta terça-feira (29/8).

“O MST tem que acabar. Não tem finalidade. Temos o Incra, para fazer uma reforma agrária. Encontramos na CPI várias famílias carentes que tem o sonho de produzir, que teriam condições de ter o financiamento para estruturar uma condição mínima… mas não é isso que acontece. O MST hoje está cometendo crimes, enganando as pessoas”, alegou Luciano Zucco ao Metrópoles.
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - destaque galeria
9 imagens
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - imagem 2
Deputado federal Ricardo Salles
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - imagem 4
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - imagem 5
Ricardo Salles: ex-ministro do Meio Ambiente e atual deputado federal por SP
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - imagem 1
1 de 9

Vinícius Schmidt/Metrópoles
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - imagem 2
2 de 9

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Deputado federal Ricardo Salles
3 de 9

Deputado federal Ricardo Salles

Vinícius Schmidt/Metrópoles
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - imagem 4
4 de 9

Vinícius Schmidt/Metrópoles
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - imagem 5
5 de 9

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Ricardo Salles: ex-ministro do Meio Ambiente e atual deputado federal por SP
6 de 9

Ricardo Salles: ex-ministro do Meio Ambiente e atual deputado federal por SP

Vinícius Schmidt/Metrópoles
“O MST tem que acabar”, afirma presidente da CPI do MST, Luciano Zucco - imagem 7
7 de 9

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Deputado federal Ricardo Salles (PL-SP)
8 de 9

Deputado federal Ricardo Salles (PL-SP)

Vinícius Schmidt/Metrópoles
O líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS)
9 de 9

O líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS)

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Zucco acredita que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) deve ser responsável pela execução da reforma agrária, o que demandaria a reestruturação e redistribuição de terras no país.

Isso implicaria entregar propriedades rurais para cumprir uma função social – pauta comumente reivindicada pelo MST, um movimento brasileiro que luta por uma reforma agrária há quase 40 anos. A entidade já garantiu o assentamento de mais de 450 mil famílias em 24 estados do país.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Quem é Zucco

O tenente-coronel Zucco, de 49 anos, foi eleito como o deputado mais votado do Rio Grande do Sul nas eleições de 2018 e, em 2022, ele recebeu quase 100 mil votos a mais que na eleição anterior.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Ainda no começo de agosto, o MST se pronunciou sobre o depoimento dos três ex-militantes Vanuza, Elivaldo e Benevaldo, que depuseram à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MST, na Câmara dos Deputados, em uma terça-feira (8/8). Em nota, o movimento condenou o que chamou de “baixo nível” e “falta de legitimidade” da Comissão. O MST também ressaltou que os documentos comprobatórios não foram entregues à comissão no que tange às acusações feitas contra o MST.

O Metrópoles procurou o MST para repercussão das falas do deputado, mas ainda não obteve retorno.