No RJ, Amorim defende participação de militares em auditagem das eleições
Político bolsonarista participa do ato de 7 de Setembro na zona sul do Rio de Janeiro
atualizado
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O deputado Rodrigo Amorim (PTB) voltou a colocar em xeque, nesta quarta-feira (7/9), a credibilidade das urnas eletrônicas e defendeu a interferência das Forças Armadas no processo. O político bolsonarista participa do ato de 7 de Setembro em Copacabana, zona sul do Rio.
“Achamos que as urnas em si, fisicamente, não há problema. Mas há um questionamento. Não vejo instituído nenhum mecanismo de auditagem nas urnas”, disse Amorim, que voltou a citar uma possível intervenção das forças armadas.
“O que está previsto na Constituição, que é a utilização de todo o processo de lei e ordem que prevê também as Forças Aarmadas. Mas eu não estou me referindo ao pleito em si. As Forças Armadas tem técnicos em segurança da informação que já se colocaram à disposição para colaborar nesse processo de auditagem e verificação do processo eleitoral. Qualquer processo de transparência é bem-vindo.”
Rodrigo Amorim, conhecido por quebrar a placa com o nome da vereadora Marielle Franco, também criticou o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, que negou o registro de candidatura de Daniel Silveira (PTB).
“Impedir a candidatura de um candidato ao Senado bem colocado nas pesquisas é um gesto antidemocrático. É isso que a gente tem que combater dentro dar quatro linhas, do que a lei determina. Por isso ele recorreu e continua candidato. Temos combatido o ativismo judicial, a nossa questão não é contra o STF. Não é por decisão esdrúxula de determinados juízes, ministros que a gente vai se insurgir contra o poder judiciário”, disse.
Sobre os pelo menos cinco seguranças que o acompanhavam no ato, Amorim revelou que tem mais de 50 ameaças registradas contra ele e sofreu três tentativas de atentado. “A gente tem dificuldade de locomoção aqui. O presidente Bolsonaro sofreu atentado em local público cercado de apoiadores”, relembrou.






