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Brasil

Nas redes sociais, Bolsonaro atualiza estado de saúde após alta da UTI

Ex-presidente Jair Bolsonaro está internado no Hospital DF Star há duas semanas, após nova cirurgia de desobstrução intestinal

01/05/2025 13:10, atualizado 01/05/2025 16:36
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Divulgação
Nas redes sociais, Bolsonaro atualiza estado de saúde após alta da UTI

Após ter alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), nessa quarta-feira (30/4), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que se recupera de uma cirurgia de desosbtrução intestinal, atualizou as redes sociais com informações sobre seu quadro clínico. Nas publicações, Bolsonaro afirma estar clinicamente estável.

Nos perfis do Instagram e da rede social X, o ex-presidente, que está em uma unidade de terapia semi-intensiva do hospital DF Star, em Brasília (DF), postou nesta quinta-feira (1º/5): “Neste momento, estou clinicamente estável, sem dor, sem febre, com quadro de soluços contínuos sendo acompanhado e com a pressão arterial controlada”.

Ele ainda reforçou que “as orações e mensagens de apoio sempre fazem efeito positivo”. Veja:

Bolsonaro está internado há 18 dias, em recuperação de cirurgia realizada dia 13 de abril, para tratar de obstrução intestinal.

Boletim médico divulgado nesta quinta confirma que o quadro do ex-presidente é estável. A equipe médica apontou melhora progressiva dos movimentos intestinais espontâneos, o que possibilitou a retirada da sonda nasogástrica na última terça-feira (29/4).

“O Hospital DF Star informa que o ex-presidente Jair Bolsonaro encontra-se internado em acompanhamento pós-operatório. Em 30 de abril, recebeu alta da unidade de terapia intensiva, sendo admitido na unidade de internação”, detalha o boletim.


O que é obstrução intestinal?

  • A obstrução intestinal é caracterizada pelo bloqueio parcial ou total da passagem dos alimentos digeridos pelo intestino.
  • Essa condição pode ser provocada por diferentes fatores, como tumores, hérnias, inflamações, intoxicações, ou pelas chamadas bridas intestinais.
  • Os principais sintomas incluem inchaço abdominal, prisão de ventre, dificuldade para eliminar gases, náuseas, vômitos e dor abdominal em forma de cólica.
  • No caso de Bolsonaro, o problema está associado às cirurgias feitas após o atentado de 2018, o que favorece a formação dessas aderências.

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