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Mulher que “parou” a ponte Rio-Niterói faz revelações sobre violência

Advogada Regina Maria Evaristo cedeu entrevista: “Sou uma sobrevivente”, desabafou.

atualizado

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Layla Mussi / O São Gonçalo
Sobrevivente
1 de 1 Sobrevivente - Foto: Layla Mussi / O São Gonçalo

“Eu, desde sempre, sou uma sobrevivente”. A afirmação é da advogada Regina Maria Evaristo, de 56 anos, sobrevivente de estupros, abandono e violência doméstica. Regina também sobreviveu a vontade de se jogar da Ponte Rio-Niterói, na tarde desta quinta (14/7). Contudo, apesar de tantas dores, ela dedica a vida a ajudar pessoas que passam por qualquer tipo de violência ou vulnerabilidade, mas, há anos, vive fugindo de um ex marido agressor, e não consegue ajuda da justiça.

Regina é indígena e, ainda adolescente, veio “para a cidade grande”, buscar tratamento de saúde para a mãe, que teve um acidente vascular cerebral. A mãe foi tratada e voltou pra tribo, em Minas. Regina ficou, aos 14 anos, em Bonsucesso, no Rio de Janeiro trabalhando em casa de família.

Confira a notícia completa em O São Gonçalo, parceiro do Metrópoles.

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