MPPR diz que condenações do Caso Evandro não foram justas
O procurador Silvio Couto Neto disse não ver provas conclusivas de que os acusados pela morte do menino Evandro teriam cometido um crime

Pela primeira vez, em 31 anos, o Ministério Público do Paraná (MPPR) disse entender que as condenações dos sete acusados pela morte do menino Evandro Ramos Caetano, em Guaratuba, no litoral do Paraná, podem ser injustas. A fala partiu do procurador Silvio Couto Neto, que disse não ver provas conclusivas de que eles teriam cometido um crime. O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) julga, nesta quinta-feira (9), a revisão criminal de Osvaldo Marcineiro e Davi dos Santos Soares.
A fala do procurador ocorreu após a sustentação do advogado de defesa dos acusados, Antonio Augusto Figueiredo Basto. Para Couto, não há “substrato” confiável para manter as condenações.
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