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Grupos de militantes sem-teto, convocados pela União por Moradia Popular, promovem uma série de protestos em várias grandes cidades do país nesta quarta-feira (8/11). Em São Paulo, centenas de manifestantes percorreram parte da Avenida Paulista e a Rua Augusta no final da manhã, até chegar ao prédio da gerência executiva do Instituto Nacional do Seguro Social (INNS), no centro da cidade. Parte do grupo ocupou o saguão do edifício.

As manifestações ocorrem também em Campinas e nas capitais do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Paraíba e Pernambuco durante o dia, conforme os organizadores. No Rio de Janeiro e em Porto Alegre, grupos estão em frente a sedes da Caixa Econômica Federal. Em Brasília, a manifestação ocorre no entorno da Catedral da cidade. Em Recife, a Prefeitura foi ocupada.

Reivindicações
O movimento reúne várias entidades que defendem direitos dos sem-teto e sem-terra. A principal reivindicação é a recomposição do orçamento para os programas Minha Casa Minha Vida – Entidades e Rural, que tiveram corte de cerca de 20% no orçamento apresentado pelo governo Temer.

Os militantes cobram 70 mil novas unidades de habitação no campo e outras 25 mil em cidades, que estão em negociação desde o início do ano. Ainda, protestam contra a reforma da Previdência e redução de direitos trabalhistas, além de outras medidas propostas pelo atual governo.

 

 

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