Morre Cláudia Barroso, ícone da música romântica dos anos 1970
A cantora e compositora estava internada havia 15 dias, com problemas respiratórios. Ela morava em Fortaleza desde 1990
atualizado
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A cantora e compositora Cláudia Barroso morreu na manhã desta sexta (9/10), aos 83 anos, em Fortaleza, onde morava. A artista ficou conhecida nos anos 1970 como uma espécie de Waldick Soriano de saias. À época, comentava-se, inclusive que os dois mantinham um romance, nunca confirmado, apesar da proximidade dos dois.
As músicas românticas “A Vida É Mesmo Assim”, “Ah Se Eu Fosse Você” e “Se Deus me Ouvisse” foram alguns dos grandes sucessos radiofônicos de Cláudia, que também atuou como jurada dos programas do Chacrinha e de Silvio Santos.
Mineira de Pirapetinga, onde nasceu em 1932, Cláudia Barroso lançou o primeiro disco em 1962, um compacto em 78rpm, gravado pela Odeon. Mas o sucesso só veio uma década depois, com o álbum “Cláudia Barroso”, que incluía as mnúsicas “Quem Mandou Você Errar”, “A Vida É Mesmo Assim” e “Quando Você Errar”. Em 1990, mudou-se para Fortaleza. O último disco foi lançado em 2000, “Cláudia Barroso ao Vivo — A Vida É Mesmo Assim”, pela gravadora CID.
Cláudia Barroso, cujo nome verdadeiro era Amélia Rocha Barroso, morreu depois de passar 15 dias internada com problemnas respiratórios. O corpo está sendo velado no cemitério Jardim Metropolitano, na capital cearense, onde ocorrerá o sepultamento, no próximo domingo (11/10).
