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Brasil

Moraes faz gesto de degola em sessão do TSE e bolsonaristas reclamam na rede

No TSE, ministro Alexandre de Moraes passou o dedo em frente ao pescoço. Militância e filho de Bolsonaro questionam o gesto

Raphael Veleda, Manoela Alcântara28/09/2022 12:48, atualizado 28/09/2022 14:36
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Reprodução
moraes TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, está sendo cobrado nas redes bolsonaristas por um gesto que fez em sessão da Corte na terça-feira (27/9). Durante voto de uma colega, o magistrado olha para algo que não é enquadrado pela câmera da transmissão e passa o dedo indicador direito na frente do pescoço. Para os críticos, foi um gesto simbolizando degola.

Veja a cena:

O gesto é questionado por perfis como o do vereador carioca Carlos Bolsonaro, filho do presidente da República e candidato à reeleição, que tem uma relação institucional turbulenta com Moraes.

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Postagem de juíza bolsonarista
Comentarista conservador também reclamou
Rodrigo Constantino questiona gesto
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Postagem de Carlos Bolsonaro

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Postagem de juíza bolsonarista
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Comentarista conservador também reclamou
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Rodrigo Constantino questiona gesto
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Rodrigo Constantino questiona gesto

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Moraes faz o gesto logo após passar a palavra para a ministra Maria Claudia Bucchianeri. No momento que aparece na imagem, os ministros votavam a proibição do uso dos palácios presidenciais em lives eleitorais, o que aumenta a desconfiança dos bolsonaristas.

Os ministros deferiram, por 4 votos a 3, a liminar do ministro Benedito Gonçalves que vedou os vídeos nas dependências de prédios públicos. O plenário considerou que o uso do espaço fere a isonomia entre os candidatos pelo fator “icônico”. A consideração é que é preciso separar a questão política da questão eleitoral. A Maria Claudia Bucchianeri foi uma das que discordaram.

O Metrópoles questionou a assessoria do ministro Alexandre de Moraes sobre a motivação do gesto, mas não houve resposta oficial.

A reportagem apurou com fontes ligadas ao ministro, porém, que o gesto não tinha nenhuma relação com o julgamento e seria uma espécie de brincadeira de Moraes com um assessor que demorou a passar uma informação que ele havia pedido. Assessores dos ministros ficam sentados no auditório, em frente a eles.

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