Moraes autoriza visita do grupo de oração de Michelle a Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes atendeu pedido da defesa de Jair Bolsonaro e libertou a visita do grupo de oração para esta quarta (8/10)

atualizado

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou visita do grupo de oração da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar desde 4 de agosto por descumprir medidas cautelares. Os 16 integrantes do grupo religioso podem se encontrar com Bolsonaro dia 8 de outubro, esta quarta-feira, das 9h às 18h.

Além do grupo de oração, Moraes liberou os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Marcos Pontes (PL-SP) e Márcio Bittar (PL-AC) a visitarem Bolsonaro. A lista inclui ainda o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

Bolsonaro tem recebido o grupo de oração desde agosto. Moraes ressaltou que “todas as visitas devem observar as determinações legais e judiciais anteriormente fixadas, bem como, nos termos da decisão de 30/8/2025, que prevê vistorias nos habitáculos e porta-malas de todos os veículos que saírem da residência do réu”.

O pedido de visita foi realizado pela defesa de Bolsonaro. No total, a lista encaminhada pelos advogados inclui 16 pessoas; entre elas um deputado distrital e uma mulher sócia de uma empresa ligada ao movimento cristão Legendários de Brasília — voltado para homens e conhecido por pregações religiosas e atividades físicas intensas.

Autorizações

Moraes tem autorizado a realização dessas reuniões. O ministro ressaltou nas últimas decisões que “a Constituição Federal prevê a assistência religiosa” e que “todos os presos, sejam provisórios ou definitivos, têm direito à assistência religiosa, nos termos do preceito constitucional, razão pela qual inexiste óbice ao deferimento do pedido”.

Moraes, no entanto, fez alerta na decisão: “O ‘Grupo de Orações’, entretanto, não pode ser utilizado com desvio de finalidade, acrescentando diversas e distintas pessoas como integrantes somente para a realização de visitas não especificamente requeridas”.

Prisão

O que motivou a prisão domiciliar de Bolsonaro foi um vídeo gravado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, e divulgado nas redes sociais. Na postagem, posteriormente apagada, Bolsonaro discursa para o público na manifestação. O ex-presidente estava proibido de fazer tais aparições no âmbito do Inquérito nº 4995, que apura coação judicial, em ações com os Estados Unidos.

Os atos pró-Bolsonaro foram realizados em várias capitais do país, como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. O senador ligou para o pai durante o ato em Copacabana, bairro da zona sul carioca. Aos apoiadores Bolsonaro declarou: “Obrigado a todos. É pela nossa liberdade. Pelo nosso Brasil. Sempre estaremos juntos”.

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