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A corretora gaúcha Luciani Aparecida Estivalet foi dopada e morta com profundos cortes no corpo no dia 3 de março dentro do próprio apartamento no Norte da Ilha, em Florianópolis. A responsável pela morte teria sido a empresária Angela Maria Moro, administradora da pousada onde Luciani morava.
A informação consta na denúncia oferecida pelo Ministério Público de Santa Catarina nesta sexta-feira (22), obtida pelo jornalista da NSC TV Leonardo Thomé contra a empresária, o vizinho da corretora, Matheus Vinícius Silveira Leite, e a companheira dele, Letícia Jardim.
Inicialmente, Matheus era visto como principal suspeito pela ação violenta contra Luciani. O homem tem um histórico com o movimento “redpill”, que prega o ódio contra as mulheres, se intitulando como um “alfa” nas redes sociais.
O perfil foi atualizado pela última vez em 2021, três meses antes de um latrocínio em Laranjal Paulista, no interior de São Paulo, do qual Matheus é o principal suspeito e estava foragido até ser preso preventivamente pela morte de Luciani. À época, ele foi acusado de matar a tiros o dono de uma padaria, um homem de 65 anos, baleado na cabeça enquanto abria o estabelecimento.
Corretora gaúcha foi dopada com remédios
Conforme a denúncia, houve uma divisão de tarefas entre os denunciados pelos crimes de roubo qualificado pelo resultado morte, ocultação de cadáver e corrupção de menor. Letícia teria responsável por triturar e esmigalhar remédios sedativos, misturando-os na bebida de Luciani. A empresária Angela, que gerenciava e administrava o residencial onde a corretora morava, então, foi a responsável por ter ferido a vítima.
A matéria completa você confere no NSC Total, site parceiro do Metrópoles.





