Médico condenado por estuprar pacientes tem registro cassado pelo CFM

O Conselho Federal de Medicina negou provimento ao recurso interposto pelo acusado Adriano Antônio da Silva Pedrosa

atualizado

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O médico Adriano Antônio da Silva Pedrosa, afastado das funções desde 2019 e preso por abusar de mulheres que atendia em Passo de Camaragibe, em Alagoas, teve seu registro profissional cassado por decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM), que negou recurso e confirmou decisão anterior do Conselho Regional de Medicina de Alagoas.


Relembre o caso

  • Adriano Antônio da Silva Pedrosa foi condenado por abusar sexualmente de pacientes. O profissional estava afastado das funções desde 2019, após ser condenado a mais de nove anos de prisão.
  • No entanto, o médico retornou ao quadro de professores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) em 2022, embora ainda respondesse a um processo administrativo da instituição.
  • Adriano Antônio da Silva Pedrosa molestava as pacientes sob o pretexto de investigar se elas estavam ou não com alguma doença nos órgãos genitais, de acordo com o jornal Gazeta Web, parceiro do Metrópoles.
  • O médico também respondia a um processo pela mesma conduta criminosa, ocorrida em 2 de julho de 2015.

O Conselho Federal de Medicina negou provimento ao recurso interposto pelo denunciado. Por unanimidade, foi confirmada a culpabilidade de Adriano Antônio e mantida a sanção de “cassação do exercício profissional”. O relator do caso foi Francisco Eduardo Cardoso Alves.

Os crimes pelos quais o médico foi condenado ocorreram em 2014, 2018 e 2019, em um posto de saúde em Marceneiro, onde ele atendia. Ele foi denunciado pelo Ministério Público em 2015 e 2019 por abusar de três pacientes.

O crime praticado por ele tinha sempre o mesmo modo de agir: a vítima era despida dentro da unidade de saúde – mesmo não tendo procurado socorro para reclamar de quaisquer problemas ginecológicos – e, após vestir uma luva em suas mãos, Adriano Antônio da Silva Pedrosa molestava as pacientes, segundo o Gazeta Web.

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