Médica e enfermeira dizem que foram agredidas em hospital de Goiás
Segundo a PM, violência foi praticada pela filha de um paciente que buscou atendimento no Hospital Municipal de Monte Alegre de Goiás

Goiânia – Uma médica e uma enfermeira disseram que foram agredidas com chutes e socos pela filha de um paciente durante o plantão do último domingo (3/4) no Hospital Municipal de Monte Alegre de Goiás, a 569 km da capital goiana, no nordeste do estado. Segundo a ocorrência registrada pela Polícia Militar (PM), a agressora foi algemada e levada para a delegacia de Polícia Civil.
De acordo com informações colhidas pela PM, Isabeli Vieira da Silva agrediu com socos e tapas na boca a enfermeira Esther de Oliveira Silva. Depois, segundo a polícia, a suposta agressora partiu para violência contra a médica Eny Cristina da Cunha Godinho Aires, de 51 anos.
“Chutes e socos”
A médica, segundo a ocorrência policial, foi agredida com “chutes, tapas e socos”, além de xingamentos como “rapariga, piranha e cachorra”. O nome do paciente e o motivo pelo qual ele foi ao hospital não foram divulgados.

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Ver todasSegundo a PM, a médica disse que sofreu a agressão porque pediu para Isabeli parar de gritar para que pudesse examinar o pai dela. Nesse momento, conforme o boletim de ocorrência, a filha do paciente já partiu pra cima da profissional de saúde e ainda a chutou quando estava algemada pela polícia.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA enfermeira de plantão estava na mesma sala da emergência retirando pontos de uma cirurgia. Ela teria sido agredida porque tentou defender a médica, pedindo para que Isabeli saísse da sala.
“Descontrolada e agressiva”
A filha do paciente, de acordo com a PM, estava “visivelmente descontrolada e agressiva”, no momento em que a equipe policial chegou ao hospital. Por esse motivo, segundo a corporação, foi necessário algemar a acompanhante do homem à força.
Isabeli foi liberada pela polícia, depois de prestar depoimento na delegacia, e deve responder na Justiça pelo crime de lesão corporal. O Metrópoles não encontrou contato da defesa dela até o momento em que publicou este texto, mas o espaço segue aberto para manifestações.



