Marielle: defesa de Rivaldo mostra “clamor de um inocente por justiça”

STF analisa ação penal contra cinco suspeitos de planejar a morte de Marielle Franco e do motorista Anderson, em 2018

atualizado

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Reprodução/TV Justiça
Imagem colorida de Rivaldo Barbosa em audiência do caso Marielle
1 de 1 Imagem colorida de Rivaldo Barbosa em audiência do caso Marielle - Foto: Reprodução/TV Justiça

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na tarde desta segunda-feira (24/2), o julgamento da ação penal contra os suspeitos de serem os mandantes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro.

A primeira parte do rito foi marcada pela leitura do relatório do caso pelo ministro Alexandre de Moraes. Na sequência, a Procuradoria-Geral da República pediu a condenação dos cinco suspeitos e, logo depois, a Defensoria fez sustentação de assistência à acusação.

Agora, falam as defesas dos acusados. Durante 1 hora de sustentação oral, os representantes do delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa questionaram a delação premiada de Ronnie Lessa e reforçaram que a denúncia não apresenta ligações de Rivaldo com os irmãos Brazão.

Durante a sustentação, o advogado Marcelo Souza mostrou um trecho das oitivas dos suspeitos no STF. No vídeo mostrado, Rivaldo (foto em destaque) aparece indignado ao relembrar o momento em que foi preso após ser citado por Ronnie Lessa na delação premiada.

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Primeira Turma do STF julga o Caso Marielle
Familiares de Marielle Franco acompanham o julgamento do caso no STF, em Brasília
Marinete Franco, mãe de Marielle
Primeira Turma do STF julga o Caso Marielle
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Primeira Turma do STF julga o Caso Marielle

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Marinete Franco, mãe de Marielle
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Agatha Arnaus, viúva de Anderson Gomes
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Agatha Arnaus, viúva de Anderson Gomes

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Marinete e Antonio Franco, mãe e pai de Marielle
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Anielle Franco, ministra e irmã de Marielle
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Anielle Franco, ministra e irmã de Marielle

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Mônica Benício, viúva de Marielle Franco, e Luyara Franco, filha de Marielle, no STF, em Brasília
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Luyara Franco, Mônica Benício e Anielle Franco
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Luyara Franco, Mônica Benício e Anielle Franco

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Luyara Franco, filha de Marielle, acompanha o julgamento do caso no STF, em Brasília
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Luyara Franco, filha de Marielle, acompanha o julgamento do caso no STF, em Brasília

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Luyara Franco, filha de Marielle, classificou o julgamento como "um marco no Brasil"
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Luyara Franco, filha de Marielle, classificou o julgamento como "um marco no Brasil"

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Mônica Benício, viúva de Marielle Franco
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Mônica Benício, viúva de Marielle Franco

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“Clamor de um inocente por justiça”, disse Marcelo Souza ao se referir à fala de Rivaldo.

A defesa bateu na tecla de que Rivaldo foi nomeado chefe da PCRJ um dia antes do assassinato de Marielle e Anderson, alegando que não teria como o delegado ter participado de um plano elaborado visando à morte da vereadora.

“Isso não fecha, ministros, porque um plano supostamente articulado meses antes não pode depender do assentimento de quem só assumiu de véspera, principalmente sem qualquer fato concreto de conexão com a fase decisória”, frisou Marcelo.

Os representantes de Rivaldo também questionaram a denúncia no tocante à atuação do delegado para atrapalhar as investigações do caso Marielle. No entendimento dos advogados, a atuação do ex-chefe da PCRJ ajudou nas apurações, tendo em vista que, segundo a defesa, uma de suas indicações foi quem descobriu os executores do crime.

“Então, se houvesse a intenção deliberada de obstruir a investigação, ou proteger alguém, bastava o Giniton [Lages, delegado indicado por Rivaldo] deixar o Gaeco seguir pelo caminho equivocado. Mas não foi. Foi o Giniton então quem prendeu o Ronnie Lessa. Foi o doutor quem prendeu Elton Queiroz”, pontuou Marcelo.

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