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Brasil

Mãe que torturava o filho com frigideira quente é presa no Rio

Menino de 11 anos, morador do Vidigal, fugiu de casa. Mulher foi presa em flagrante por agentes do Segurança Presente

08/08/2022 13:28, atualizado 08/08/2022 14:13
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Reprodução/ Segurança Presente
Criança queimada com frigideira foge de casa e pede ajuda a policiais- RJ 2

Rio de Janeiro – A mãe de um menino de 11 anos foi presa nesse domingo (7/8) na Praça Cazuza, no Leblon, zona sul do Rio, acusada de tortura. A criança conseguiu fugir de casa, na comunidade do Vidigal, zona sul do Rio, para denunciar a própria mãe.

Após a fuga, o menino encontrou agentes do Segurança Presente e disse que foi agredido com soco, uma colher de metal e uma frigideira quentes.

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Menino foi agredido com um soco, uma colher de metal e uma frigideira quente pela mãe
A criança estava com lesões nas mãos, pescoço, rosto e cabeça
Ele conseguiu fugir de casa, na comunidade do Vidigal, e pedir ajuda
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Ele conseguiu fugir de casa, na comunidade do Vidigal, e pedir ajuda

Reprodução/ Segurança Presente
Menino foi agredido com um soco, uma colher de metal e uma frigideira quente pela mãe
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Menino foi agredido com um soco, uma colher de metal e uma frigideira quente pela mãe

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A criança estava com lesões nas mãos, pescoço, rosto e cabeça
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A criança estava com lesões nas mãos, pescoço, rosto e cabeça

Reprodução/ Segurança Presente

O menor, que disse ser trigêmeo, afirmou que vivia com uma irmã de cinco anos. As outras crianças também sofriam agressões, segundo o menino. A criança estava com lesões nas mãos, pescoço, rosto e cabeça. Ela foi levada para o Centro de Emergência Regional (CER) do Leblon.

A mulher foi presa em flagrante quando procurou os agentes dizendo estar atrás do filho desaparecido. Ela foi levada para a 14ª DP (Leblon), e o menor encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame de corpo de delito.

Assim que os agentes receberam o laudo que constatou as lesões, foi determinada a prisão em flagrante da acusada pela prática do crime de tortura, uma vez que o documento trazia informações de que as “lesões foram produzidas através de meio cruel e que a multiplicidade das lesões denotam a vontade deliberada do autor em impor intenso sofrimento físico à vítima”. A suspeita segue presa e à disposição da justiça.

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