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Brasil

Mãe de Monique diz que Henry pode ter sido vítima de morte violenta

Em depoimento à Justiça, ela defendeu a filha: "Amor não mata". Jairinho e Monique serão interrogados em juízo no dia 9 de fevereiro

15/12/2021 20:03, atualizado 15/12/2021 20:04
Foto: Adriana Cruz/Metrópoles
Rosângela Medeiros, mãe de Monique presta em depoimento em juízo

Rio de Janeiro – A professora Rosângela Medeiros defendeu a filha, Monique Medeiros, da acusação de homicídio do menino Henry Borel, em depoimento no 2º Tribunal do Júri, nesta terça-feira (15/12). Ao final, entretanto, disse acreditar que o garoto foi vítima de morte violenta, ao responder a uma pergunta da juíza.

Acusados pelo assassinato do garoto, Monique e o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, serão interrogados em juízo em 9 de fevereiro. Em mais de duas horas, Rosângela foi enfática: “O amor não mata”, disse.

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“Henry teve a melhor mãe que poderia ter. Ele jamais sofreu agressão”, afirmou a avó. Durante o depoimento da ex-sogra, Jairinho teve uma crise de choro. Ele deixou o plenário por menos de cinco minutos, após se recompor.

Rosângela contou que fazia de tudo pelo neto e passava o final de semana na casa do casal, a pedido de Henry. Segundo a avó, o neto era amado pela filha e nunca foi maltratado: “Meu marido morreu achando que foi acidente”, afirmou a senhora.

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Monique Medeiros, a mãe do menino Henry Borel
A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento
Jairinho esteve pela primeira vez no Tribunal do RJ para o julgamento do caso Henry
O ex-vereador conseguiu uma autorização em outubro para ver o primeiro dia de audiência na prisão
Deputado estadual, Coronel Jairo, pai do ex-vereador Dr. Jairinho
O ex-vereador Dr. Jairinho e a professora Monique Medeiros ficaram frente a frente pela primeira vez após a prisão
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O ex-vereador Dr. Jairinho e a professora Monique Medeiros ficaram frente a frente pela primeira vez após a prisão

Aline Massuca/Metrópoles
Monique Medeiros, a mãe do menino Henry Borel
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Monique Medeiros, a mãe do menino Henry Borel

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A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento
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A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento

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Jairinho esteve pela primeira vez no Tribunal do RJ para o julgamento do caso Henry
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Jairinho esteve pela primeira vez no Tribunal do RJ para o julgamento do caso Henry

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O ex-vereador conseguiu uma autorização em outubro para ver o primeiro dia de audiência na prisão
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O ex-vereador conseguiu uma autorização em outubro para ver o primeiro dia de audiência na prisão

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Deputado estadual, Coronel Jairo, pai do ex-vereador Dr. Jairinho
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Deputado estadual, Coronel Jairo, pai do ex-vereador Dr. Jairinho

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Jarinho conversa com o seu advogado no plenário
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Jarinho conversa com o seu advogado no plenário

Aline Massuca/Metrópoles

Para Rosângela, Monique era uma mãe presente. “Ela ia ao médico, à escola, cuidava muito bem dele. O Henry foi extremamente amado por nós também. Minha filha é boa e generosa. Não acredito que meu neto foi torturado”, declarou. Rosângela confirmou que, ao visitar Monique no presídio, ela contou que sofria com agressões de Jairinho.

O irmão de Monique, Brayan também contou em juízo sobre a violência. Os ataques foram narrados ainda pela mãe de Henry em cartas escritas no cárcere.

Henry foi levado pelo ex-casal para o hospital Barra D’Or, zona oeste, em 8 de março. Segundo os médicos da unidade, o garoto já chegou morto. Monique e Jairinho alegaram acidente doméstico, mas laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou 23 lesões por agressões no corpo do garoto.