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Mãe de Flávio, Carlos e Eduardo não se elege e fica como suplente no Rio

Rogeria Bolsonaro tentava voltar à política depois de ter sido vereadora do Rio nos anos 1990

04/10/2026 22:45, atualizado 04/10/2026 22:47
Reprodução/Instagram @rogeriabolsonaro
Rogeria Bolsonaro (centro) ao lado dos filhos Eduardo (esquerda), Carlos (centro) e Flávio (direita)

Rogeria Bolsonaro (PL), primeira mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mãe de Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro, não conseguiu se eleger deputada federal pelo Rio de Janeiro neste domingo (4/10).

Rogeria recebeu cerca de 65 mil votos e ficou como suplente na Câmara dos Deputados. Aos 66 anos, ela tentava voltar à política depois de mais de duas décadas.

A candidatura colocou mais um integrante da família Bolsonaro nas urnas neste ano. Além de Rogeria, Flávio concorreu ao Planalto, Carlos foi eleito senador por Santa Catarina e Jair Renan conquistou uma vaga de deputado federal pelo mesmo estado.

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Ex-esposa de Jair Bolsonaro, Rogeria foi eleita vereadora do Rio de Janeiro em 1992. Ela foi reeleita quatro anos depois.

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Rogeria Bolsonaro tentou voltar à Câmara Municipal do Rio em 2020, pelo Republicanos, mas não conseguiu se eleger. Dois anos depois, ela se filiou ao PL, partido do ex-marido e dos filhos.

A candidatura à Câmara dos Deputados não era o plano inicial para 2026. A mãe de três dos cinco filhos de Jair Bolsonaro chegou a ser cotada para a suplência de Márcio Canella na disputa pelo Senado no Rio.

O PL mudou a composição depois que uma operação da Polícia Federal atingiu o então pré-candidato e decidiu lançar a ex-vereadora como candidata a deputada federal.

A aposta da sigla era aproveitar no Rio parte do eleitorado ligado à família Bolsonaro, principalmente após a saída de Carlos da política fluminense para concorrer ao Senado por Santa Catarina.

Mesmo com cerca de 65 mil votos, Rogeria não alcançou uma das cadeiras do estado na Câmara e terminou a eleição como suplente.