Lula exonera ministros para votação em eleições no Congresso; entenda

Presidente Lula decidiu liberar ministros que têm mandato na Câmara e no Senado para votarem nas eleições deste sábado (1º/2)

atualizado

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1 de 1 imagem colorida. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministros - Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A edição do Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (31/1) traz a exoneração de dez ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), um dia antes das eleições das mesas da Câmara dos Deputados e do Senado, marcadas para este sábado (1º/2).

O titular do Planalto liberou auxiliares licenciados de seus cargos de deputados e senadores para participarem da escolha das novas chefias das Casas.


Entenda a eleição:

  • Deputados e senadores voltam do recesso neste sábado e votam para escolher os presidentes das Casas do Congresso pelos próximos dois anos.
  • Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) já cumpriram dois mandatos como presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente, e não podem se reeleger mais uma vez.
  • Há grandes favoritos para sucedê-los: Hugo Motta (Republicanos-PB) na Câmara e Davi Alcolumbre (União-AP) no Senado.
  • Os favoritos contam com amplo apoio, incluindo do PT de Lula e do PL de Bolsonaro. Com isso, terão de se equilibrar entre as demandas dos diversos grupos políticos presentes no Congresso.

Ao todo, dez integrantes do alto escalão do governo foram exonerados. A partir do ato, eles podem reassumir o mandato nas Casas e participar do processo decisório. A prática é comum em votações importantes para o governo.

Veja quem são:

No Senado:

  • Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária);
  • Wellington Dias (Assistência Social);
  • Camilo Santana (Educação);

Na Câmara dos Deputados:

  • Alexandre Padilha (Secretaria das Relações Institucionais);
  • Juscelino Filho (Comunicações);
  • Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário);
  • André Fufuca (Esportes);
  • Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos);
  • Celso Sabino (Turismo);
  • Luiz Marinho (Trabalho).

As ministras Marina Silva (Rede), do Meio Ambiente, e Sonia Guajajara (PSol), dos Povos Indígenas, não tiveram a exoneração publicada. O PSol, que integra uma federação com o Rede, lançou candidato próprio à presidência da Câmara, o Pastor Henrique Vieira (PSol-RJ).

O governo, no entanto, tem apoiado a candidatura de Hugo Motta, franco favorito ao comando da Casa.

Passadas as eleições, é praxe que os parlamentares retomem seus cargos no primeiro escalão do governo.

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