Lula brinca e diz que China não deve ter “problema” de gastos com cães

Piada provocou risos durante evento em Anápolis (GO). Na ocasião, Lula voltou a demonstrar preocupação com endividamento dos brasileiros

atualizado

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Presidente Lula durante evento em Anápolis (GO)
1 de 1 Presidente Lula durante evento em Anápolis (GO) - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (26/3), que a China “não deve ter” o “problema” de a população gostar muito de cachorros como no Brasil. O petista se referia aos gastos das famílias brasileiras com cães, como banhos e consultas veterinárias. A brincadeira provocou risadas na plateia durante um evento em Goiás.

O consumo de carne de cachorro já foi comum no passado em regiões específicas da China, mas hoje é incomum e chega a ser reprimido por parte da população.

A declaração foi feita durante visita à fábrica da montadora Caoa e o lançamento de uma nova linha de produção em parceria com a chinesa Changan, em Anápolis (GO). Ao se dirigir ao presidente do conselho da empresa, Zhu Huarong, ele fez a observação.

“Meu caro Zhu, na China não deve ter esse problema, mas aqui no Brasil nós gostamos muito de cachorro”, disse o presidente, arrancando risos dos presentes.

Na sequência, Lula afirmou que teve cachorro a vida inteira e que, antigamente, os cuidados com os pets eram diferentes. Atualmente, o presidente tem três cadelas: Resistência, Paris e Esperança.

Assista:

“Só para vocês terem ideia, quando eu casei com a Marisa, eu fui morar em uma casa de 33 metros quadrados. Eu, a mãe da Marisa, a Marisa, três filhos e duas cachorras. Eu tive uma dálmata que teve 11 filhotes, e tinha que dar mamadeira para os filhotes porque as tetinhas dela não davam para amamentar tudo. Eu levantava de noite para dar”, declarou o titular do Planalto.

“Mas, agora, quem tem um cachorrinho, cara, tem que levar no dentista para cuidar da boca dele. Ninguém aceita que a gente dê mais resto de comida. Era fácil pegar resto da comida, colocar para o cachorro lá fora. Não, agora não. Agora, os cachorrinhos querem dormir com a gente. Querem dormir na cama e tem que estar limpinhos. Tem que dar banho uma vez por semana, uma vez por mês. Você tem que levar ele no veterinário”, continuou o petista.

Na ocasião, Lula voltou a demonstrar preocupação com o nível de endividamento das famílias brasileiras. O chefe do Executivo atribuiu o problema a pequenas compras feitas via cartão de crédito e Pix em plataformas digitais, além de gastos com pets, por exemplo, e disse que pediu ao novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que estude soluções.

“E tudo isso vai aumentando, sabe… é um sequestro do nosso salário. E a gente só se dá conta no final do mês”, completou Lula.

Durante o discurso, o presidente também voltou a reclamar dos efeitos da guerra envolvendo o Irã sobre os preços no Brasil, especialmente os alimentos. Ele também criticou distribuidoras e postos que, segundo ele, usam o conflito para elevar preços sem justificativa.

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