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Lula afaga o Congresso Nacional: “Sou amigo do Motta e do Alcolumbre”

Em reunião ministerial, o presidente Lula afirmou que está disposto a conversar com os chefes das Casas para “aparar as arestas”

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Lula reúne ministros na Granja do Torto, em Brasília - Metrópoles
1 de 1 Lula reúne ministros na Granja do Torto, em Brasília - Metrópoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer afagos ao Congresso Nacional durante discurso na reunião ministerial, em Brasília, nesta quarta-feira (17/12), em meio aos atritos entre os Poderes. A auxiliares o chefe do Planalto disse ter uma boa relação com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), e que está disposto a conversar com os líderes para “aparar as arestas”.

“Eu não tenho nada pessoalmente contra ninguém. Sou amigo do Hugo Motta, do [Arthur] Lira, do [Rodrigo] Pacheco, do Alcolumbre. Sou grato pelo que fizeram nesses três anos. E, na hora que surgir uma divergência, é importante a gente lembrar que é necessário conversar mais, aparar as arestas, e eu estou disposto a fazer isso, porque nós somos gratos por tudo que foi aprovado até agora”, destacou o presidente.

Lula ressaltou que o governo manteve uma boa relação com os ex-presidentes das Casas legislativas Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, por isso conseguiu aprovar a maioria das matérias prioritárias que tramitaram no Congresso. Ele disse ainda que é necessário “discutir” e “ceder”.

“Conseguimos aprovar quase tudo o que a gente queria aprovar. Discutindo, cedendo, fazendo aquilo que é próprio da democracia. Fazendo aquilo que todo mundo aqui sabe fazer: conversar, ceder quando tem que ceder, não ceder quando não precisa, e ganhar aquilo que é o melhor para o povo brasileiro”, pontuou.

“De vez em quando, aparece uma rusga. De vez em quando, tem uma manchete no jornal: ‘Governo perdeu, governo ganhou’. O governo não perde nem ganha. Para nós, o que é bom é se o povo ganha. Se o povo ganha, é o que interessa para nós.”

Nas últimas semanas, as relações entre o Executivo e o Legislativo se acirraram. No Senado, Alcolumbre ficou contrariado com a decisão de Lula de indicar o ministro Jorge Messias a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O senador defendia a nomeação de Pacheco.

Na Câmara, a relação se desgastou após Motta decidir avançar com o Projeto de Lei da Dosimetria, que alivia as penas para condenados da trama golpista, entre outras medidas que desagradaram ao governo.

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