Eleição 2026

Leite defende papel das emendas, mas critica valores excessivos. Vídeo

Governador do Rio Grande do Sul comentou sobre o papel do STF frente ao monitoramento das emendas parlamentares

atualizado

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Luis Nova/Especial Metrópoles
governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, durante entrevista no estúdio Metrópoles Força Nacional - Metrópoles
1 de 1 governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, durante entrevista no estúdio Metrópoles Força Nacional - Metrópoles - Foto: Luis Nova/Especial Metrópoles

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), defendeu o papel das emendas parlamentares, mas criticou os valores atingidos pelos recursos liberados pelo Congresso Nacional. A declaração foi feita nesta sexta-feira (13/2), em entrevista ao Acorda Metrópoles. Veja:

Ao ser questionado sobre o papel do novo presidente da República em relação a assuntos jurídicos e relevantes no âmbito dos Três Poderes, o governador citou as emendas parlamentares como um dos principais pontos a serem debatidos.

“O Congresso Nacional tem que fazer gestos importantes relacionados à questão das emendas parlamentares. Isso envolve uma discussão que deve ser feita, relacionada tanto à desproporção que alcançou no orçamento quanto ao volume das emendas parlamentares. Sou favorável que elas existam como formas de atender às demandas locais, regionais e estaduais, mas, na proporção que elas tomaram, acabaram inviabilizando a sustentação de políticas públicas mais estruturadas.”

O governador gaúcho é um dos nomes cotados pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab, para encabeçar um projeto presidencial que vem sendo trabalhado pela sigla nas eleições de 2026. Além dele, Caiado e Ratinho também são avaliados para uma possível cabeça de chapa do partido.

Segundo o cacique do Centrão, uma decisão deve ser anunciada até o dia 15 de abril. Caso não seja escolhido para compor a chapa presidencial, Leite dá a entender que pode disputar outros cargos políticos, como, por exemplo, o de senador.

De saída do governo

Na entrevista ao Metrópoles, Leite também afirmou que deve deixar o governo do Rio Grande do Sul até a data limite para disputar às eleições de 2026. O prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a chamada desincompatibilização é até 4 de abril de 2026.

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