Laudo dos celulares jogados pela janela pode encerrar o caso Henry

No momento da prisão, na casa de uma tia do vereador, Monique e Jairinho tentaram se desfazer dos aparelhos, mas polícia os recuperou

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Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel Medeiros, ao serem presos no dia 8 de abril
1 de 1 Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel Medeiros, ao serem presos no dia 8 de abril - Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Polícia Civil do Rio de Janeiro aguarda a análise pericial dos dois telefones celulares apreendidos durante a prisão de Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida e do vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido), para encerrar o inquérito do caso Henry Borel Medeiros.

No último dia 8, ao ser surpreendido pela polícia, na casa de uma tia do político carioca, o casal jogou os aparelhos pela janela antes da prisão.

A polícia acredita que novas trocas de mensagens, provenientes destes aparelhos apreendidos, podem ajudar a elucidar a dinâmica do caso que ainda está sendo investigado.

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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte
Dr. Jairinho é acusado pela morte do enteado, Henry
Jairinho é conduzido por policiais
Monique, mãe de Henry, segue para IML do Rio
André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP
Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril
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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril

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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte
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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte

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Dr. Jairinho é acusado pela morte do enteado, Henry
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Dr. Jairinho é acusado pela morte do enteado, Henry

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Jairinho é conduzido por policiais
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Jairinho é conduzido por policiais

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Monique, mãe de Henry, segue para IML do Rio
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Monique, mãe de Henry, segue para IML do Rio

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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP
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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP

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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP

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Dr. Jairinho foi eleito vereador no Rio
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Dr. Jairinho foi eleito vereador no Rio

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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte

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Dr. Jairinho, padrasto do garoto
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Dr. Jairinho, padrasto do garoto

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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel

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Entenda o caso Henry

O menino Henry Borel Medeiros morreu no dia 8 de março, ao dar entrada em um hospital da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Segundo Leniel Borel de Almeida Júnior, ele e o filho passaram o fim de semana juntos, normalmente.

Por volta das 19h do dia 7, Leniel o levou de volta para casa, onde o menino morava com a mãe, Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida, e com o vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido).

Ainda segundo o pai de Henry, por volta das 4h30 do dia 8, ele recebeu uma ligação de Monique falando que estava levando o filho para o hospital, porque o menino apresentava dificuldades para respirar.

Leniel afirma que viu os médicos tentando reanimar o pequeno Henry, sem sucesso. O menino morreu às 5h42, segundo boletim policial registrado pelo pai da criança.

De acordo com o laudo de exame de necropsia, a causa da morte do menino foi hemorragia interna e laceração hepática provocada por ação contundente. Para especialistas, ação contundente seria agressão.

Mãe e padrasto da criança estão presos desde o último dia 8, acusados de envolvimento da morte de Henry.

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