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Brasil

Jungmann: grupo especial vai monitorar ação de milícias nas eleições

Segundo o ministro da Segurança Pública, ações semelhantes deverão ser tomadas contra o crime organizado de tráfico e drogas no país

Estadão Conteúdo11/05/2018 14:37, atualizado 11/05/2018 16:16
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Michael Melo/Metrópoles
Jungmann: grupo especial vai monitorar ação de milícias nas eleições

O ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta sexta-feira (11/5) que a influência das milícias vai “se perpetuar” nas eleições. Porém, segundo ele, há um grupo especial formado por integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Polícia Federal, das Forças Armadas e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para identificar a ação dos milicianos.

Jungman concedeu entrevista à rádio Jovem Pan. De acordo com o titular da pasta de Segurança Pública, ações semelhantes deverão ser tomadas contra o crime organizado que atua com o tráfico de drogas e armas no país.

“É o que eu dizia na época [do decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro, em fevereiro] e repito até hoje: estão sob o controle do tráfico e do crime organizado. E isso ainda vai se perpetuar por essa eleição”, disse.

Conforme garantiu o ministro, o governo prepara medidas para “reduzir e minimizar essa influência (nas eleições) e denunciar aqueles que provêm das milícias ou delas são aliados.”

Segundo Jungmann, o grupo especial fará uma espécie de “filtro e vai identificar os que estarão ligados a essas milícias”. A proposta é reunir informações com apoio do TSE e reforçar o monitoramento em áreas identificadas como de risco e sob ameaça.

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