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Brasil

Jovens que mataram amiga têm noção da realidade, diz laudo psicológico

Ariane, de 18 anos, foi morta com facadas após pegar carona com colegas que a chamaram para comer um lanche em Goiânia no ano passado

Thalys Alcântara08/07/2022 13:13
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Divulgação/PCGO
suspeitos pela morte de ariane bárbara laureano, em goiânia

Goiânia – Os três jovens que participaram do assassinato de Ariane Bárbara Laureano de Oliveira, de 18 anos, não apresentam doença mental que impedisse ter noção da realidade do momento. É o que conclui laudo psicológico anexado ao processo criminal no mês passado.

Segundo a polícia e o Ministério Público, Enzo Jacomani, de 19 anos, Raissa Nunes Borges, de 19, Jeferson Cavalcante, de 23, e uma adolescente, convidaram Ariane para comer um lanche e no caminho, dentro de um carro, mataram a vítima com facadas. O crime foi no dia 24 de agosto do ano passado.

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11 imagens
Ariane Bárbara chegou a mandar áudio para a mãe e foi encontrada morta no dia 31/8, em uma área de mata, em Goiânia
Ariane Bárbara e a mãe, a cabeleireira Eliane Laureano, de 35 anos
Jeferson Cavalcante Rodrigues, de 22 anos, preso por participação no assassinato de Ariane Bárbara Laureano, em Goiânia
Roupas de Jeferson e a faca utilizada no crime
Enzo Jacomini Carneiro Matos, que se apresenta como Freya, e tem 18 anos
Ariane Bárbara tinha 18 anos e foi assassinada por pessoas que se diziam amigas
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Ariane Bárbara tinha 18 anos e foi assassinada por pessoas que se diziam amigas

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Ariane Bárbara chegou a mandar áudio para a mãe e foi encontrada morta no dia 31/8, em uma área de mata, em Goiânia
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Ariane Bárbara chegou a mandar áudio para a mãe e foi encontrada morta no dia 31/8, em uma área de mata, em Goiânia

Reprodução
Ariane Bárbara e a mãe, a cabeleireira Eliane Laureano, de 35 anos
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Ariane Bárbara e a mãe, a cabeleireira Eliane Laureano, de 35 anos

Arquivo Pessoal
Jeferson Cavalcante Rodrigues, de 22 anos, preso por participação no assassinato de Ariane Bárbara Laureano, em Goiânia
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Jeferson Cavalcante Rodrigues, de 22 anos, preso por participação no assassinato de Ariane Bárbara Laureano, em Goiânia

PCGO
Roupas de Jeferson e a faca utilizada no crime
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Roupas de Jeferson e a faca utilizada no crime

PCGO
Enzo Jacomini Carneiro Matos, que se apresenta como Freya, e tem 18 anos
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Enzo Jacomini Carneiro Matos, que se apresenta como Freya, e tem 18 anos

PCGO
Raíssa Nunes Borges, de 19 anos, presa por participação na morte de Ariane
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Raíssa Nunes Borges, de 19 anos, presa por participação na morte de Ariane

PCGO
Cadáver foi localizado no mesmo bairro em que garota disse que ia com as amigas
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Cadáver foi localizado no mesmo bairro em que garota disse que ia com as amigas

MyMaps/Google
Corpo de Ariane foi identificado pela impressão digital
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Corpo de Ariane foi identificado pela impressão digital

Instituto de Identificação de Goiás
Três dos quatro presos pela morte e ocultação de cadáver de Ariane Bárbara Laureano, de 18 anos, em Goiânia
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Três dos quatro presos pela morte e ocultação de cadáver de Ariane Bárbara Laureano, de 18 anos, em Goiânia

Divulgação/PCGO
"Perdi meu tudo", diz mãe de Ariane Bárbara, assassinada em Goiânia
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"Perdi meu tudo", diz mãe de Ariane Bárbara, assassinada em Goiânia

Arquivo Pessoal

O corpo foi jogado em um terreno baldio no setor Jaó em Goiânia, mesmo bairro em que o crime ocorreu. De acordo com a polícia, os quatro combinaram o crime para testar se um deles era psicopata. O objetivo era ver a reação após o homicídio, se sentiria ou não remorso. Eles se passavam por amigos da vítima. Todos confessaram o crime.

Resultados

Segundo o laudo, todos os envolvidos no crime não apresentam desenvolvimento mental incompleto ou retardado, nem alterações de percepção e pensamento, estando preservada sua noção de realidade no momento.

No entanto, cada acusado possui particularidades. No caso de Enzo, conhecida como “Freya”, o diagnóstico foi de “características comuns ao transtorno de personalidade emocionalmente instável, tipo boderline”, além de transtorno de personalidade antissocial.

Já no caso de Jeferson Cavalcante e Raissa Nunes Borges, o diagnóstico foi apenas de transtorno de personalidade antissocial.

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