Itamaraty condena ataque a ônibus em Jerusalém

Dois atiradores abriram fogo dentro de um ônibus em Jerusalém nessa segunda-feira (8/9), deixando seis mortos e ao menos 12 feridos

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida mostra Ataque terrorista em ponto de ônibus de Jerusalém - Metrópoles - Foto: Mostafa Alkharouf/Anadolu via Getty Images

O governo brasileiro condenou, nesta terça-feira (9/9), o ataque a um ônibus em Jerusalém, em Israel. O atentado deixou seis pessoas mortas e 12 feridas em estado grave.

“O governo brasileiro condena o ataque a tiros realizado ontem nas proximidades do assentamento de Ramot, em Jerusalém Oriental, que provocou seis mortes e diversos feridos. Ao transmitir condolências aos familiares das vítimas e ao povo israelense, o Brasil manifesta seu repúdio a atos de violência de qualquer natureza e reafirma sua convicção de que a paz na região somente será possível mediante uma solução política”, disse o Itamaraty por meio de nota.

Após o atentado, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país vive “uma guerra intensa contra o terrorismo em várias frentes: em Gaza, na Judeia e Samaria, no Líbano e no Irã, que apoia todos eles. Atualmente, estamos em perseguição e cercando os assassinos do ataque desta manhã. Capturamos todos que os ajudaram e tomaremos medidas ainda mais severas”.

Netanyahu também informou que ainda não se sabe a autoria do ataque e que o governo israelense continua investigando. O ato foi comemorado publicamente pelo Hamas, que classificou o atentado como um “ato heroico”.

Atentado em Jerusalém

Dois homens armados abriram fogo dentro de um ônibus em Jerusalém nessa segunda-feira (8/9). Os atiradores foram mortos no local por um soldado de folga e civis armados. Não se sabe ao certo o número de pessoas no veículo, mas as autoridades israelenses estimam que havia ao menos 20 passageiros.

As autoridades de Israel também prenderam um homem, de nacionalidade não divulgada, por supostamente estar envolvido no atentado. O governo acredita que ele daria cobertura aos atiradores.

Segundo a imprensa israelense, a polícia suspeita que os atiradores tenham partido dos vilarejos de al-Qubeiba e Qatanna, localizados a cerca de 10 km a oeste da travessia de Ramot.

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