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Brasil

INSS quer zerar fila de 1,6 milhão de pedidos até dezembro

Número leva em conta apenas os pedidos iniciais para receber os benefícios. Presidente do INSS fez o anúncio nesta terça (31/5) ,na Câmara

31/05/2022 19:06
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
agencia do inss

O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Guilherme Serrano, anunciou nesta terça-feira (31/5) que o governo pretende eliminar, até o fim do ano, uma fila de 1,6 milhão de pedidos estagnados. No entanto, esse número leva em conta apenas as solicitações iniciais de benefícios, sem incluir pedidos de revisão.

Serrano disse à Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados que cerca de 500 mil segurados da fila são pessoas com deficiência que buscam o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Para esses casos, é necessário fazer análises administrativa, social e médica.

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Agência do INSS
Fila em frente a uma agência do INSS
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Ministro do Trabalho, José Carlos Oliveira, e presidente do INSS, Guilherme Serrano, respectivamente, fizeram o anúncio na Câmara dos Deputados
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Ministro do Trabalho, José Carlos Oliveira, e presidente do INSS, Guilherme Serrano, respectivamente, fizeram o anúncio na Câmara dos Deputados

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Apesar da greve de 52 dias feita pelos peritos médicos do INSS e a redução de servidores nos últimos anos, o ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, prometeu um novo concurso com mil vagas para o instituto ainda este ano.

Em relação aos acordos feitos para terminar com a greve, o ministro disse que vai lutar para que tudo seja cumprido. “É claro que não depende totalmente de mim, mas a gente vai lutar e utilizar o peso do Ministério do Trabalho para que a gente honre aquilo que foi acertado para o fim da greve”, explicou.

Oliveira rebateu informações passadas por representantes de servidores e afirmou que nenhum servidor tem corte de salário por não cumprimento de metas. Ele disse também que para tornar o serviço do INSS uma carreira de Estado, como demandam os servidores, algumas atividades terão que ser terceirizadas.

O ministro afirmou, ainda, que o total de indeferimentos de benefícios não aumentou nos últimos anos.