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Imagens mostram correria após tiro em ato pró-Lula em universidade de SE.

Um sargento da Polícia Militar de Sergipe (PMSE) estaria em um carro e teria efetuado o disparo. Ninguém ficou ferido

09/10/2026 11:19, atualizado 09/10/2026 11:33
Reprodução/Redes sociais
Tiro em ato político em universidade de Sergipe causa correria; policial é suspeito - Metrópoles

Um policial militar é suspeito de ter disparado uma arma de fogo em um ato político a favor da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em frente à entrada da Universidade Federal de Sergipe (UFS), na noite dessa quinta-feira (8/10), em São Cristóvão. Veja:

Vídeos que circulam nas redes sociais registraram o momento em que uma multidão que se aglomerava em frente à instituição de ensino corre para se proteger após ouvir o tiro. O sargento da PMSE estaria em uma carro e efetuou o disparo. Ninguém ficou ferido.

A A Secretaria de Estado da Segurança Pública  de Sergipe (SSP/SE) informou o Metrópoles que identificou o sargento da Polícia Militar de Sergipe suspeito: Manoel Messias dos Santos.

“A arma de fogo já foi recolhida, e o policial será afastado das atividades de rua. O secretário de Estado da Segurança Pública, João Eloy, determinou que a Corregedoria da Polícia Militar adote imediatamente as providências administrativas cabíveis. A Polícia Civil instaurará inquérito policial para apurar os aspectos criminais do caso. A perícia foi acionada para realizar exame residuográfico, a fim de verificar a presença de resíduos de disparo de arma de fogo. Imagens da região também estão sendo coletadas e analisadas para auxiliar no esclarecimento dos fatos”, informou.

O ataque foi repercutido na mídia internacional e amplamente criticado pela base do governo. Guilherme Boulos, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, repostou  vídeo e afirmou: “Bolsonarista armado atira contra manifestação de Lula em Sergipe! Zambelli, Roberto Jefferson e agora o atirador de Sergipe… Este é o Brasil de Bolsonaro”.

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O ato foi convocado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE/UFS) que publicou nota de repúdio:

“O DCE, conjuntamente com a UNE, repudia veementemente o ocorrido no final do ato mobilizatório dos estudantes na porta da UFS. Após a finalização do ato, um bolsonarista sacou uma arma de fogo e realizou disparos como forma de intimidação. O ato dos estudantes ocorreu de modo pacífico, com apoio logístico das forças de segurança de trânsito, sem qualquer outra intercorrência”, criticou.

“A liberdade de expressão é um direito constitucional e ninguém atingirá a ousadia da juventude em se posicionar. Felizmente, ninguém foi atingido. O DCE já está tomando as medidas cabíveis diante da situação”, finalizou.