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Brasil

Setor de serviços recua 0,1% em agosto, diz IBGE

Houve queda em três das cinco atividades pesquisadas e uma delas variação nula (0,0%). Apenas serviços prestados às famílias teve alta

14/10/2026 09:10, atualizado 14/10/2026 09:37
Myke Sena/Especial para o Metrópoles
Imagem colorida de movimentação transportes

O volume do setor de serviços no Brasil recuou 0,1% em agosto na comparação com julho, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (14/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado do ano, há alta de 1,7%. Em relação a agosto de 2025, houve alta de 0,6%, conforme o IBGE. Em julho, o setor de serviços havia ficado estável (0,0%) na comparação com junho.

Em 12 meses, houve avanço de 2,2%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE nesta quarta. Em 2025, o setor de serviços encerrou com um avanço de 2,8%, conforme o IBGE.


O setor de serviços no Brasil

  • A Pesquisa Mensal de Serviços monitora a receita bruta de serviços nas empresas formais, com 20 ou mais trabalhadores. São excluídas as áreas de saúde e educação.
  • A próxima divulgação da PMS referente a setembro de 2026 será em 11 de novembro.
  • Em 2025, o volume de serviços fechou com alta de 2,8%, quinto ano seguido de crescimento.

Segundo o IBGE, a variação de -0,1% do volume de serviços no mês foi resultado de queda em três das cinco atividades pesquisadas. Houve avanço apenas em uma delas.

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O recuo em agosto foi puxado por outros serviços (-1,0%); transportes (-0,2%); e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%).

A única variação positiva foi em serviços prestados às famílias (2,1%), segundo avanço consecutivo. Já informação e comunicação teve estabilidade (0,0%) em agosto.

Dessa forma, o setor de serviços se encontra 19,9% acima do nível de fevereiro de 2020, no nível pré-pandemia. Frente a agosto de 2025, o volume de serviços cresceu 0,6%, seu 29º resultado positivo consecutivo.

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Variação dos setores

  • Serviços prestados às famílias: 2,1%;
  • Alojamento e alimentação: 2,6%;
  • Outros serviços às famílias: -1,4%;
  • Serviços de informação e comunicação: 0,0%;
  • Tecnologia da informação e comunicação (TIC): 0,2%;
  • Telecomunicações: 0,1%;
  • Serviços de TI: 0,8%;
  • Audiovisuais: -1,2%;
  • Serviços profissionais, administrativos e complementares: -0,2%;
  • Serviços técnico-profissionais: -0,6%;
  • Serviços administrativos e complementares: 0,4%;
  • Transportes, auxiliares e correio: -0,2%;
  • Transporte aquaviário: 1,3%;
  • Transporte aéreo: 5,8%;
  • Armazenagem e correio: 0,5%;
  • Outros serviços: -1,0%.