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Homem que matou idosa com machado em igreja é considerado inimputável

Justiça de Goiás determinou que Yuri, de 25 anos, seja internado com tornozeleira eletrônica em uma clínica para tratamento de doença mental

atualizado

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idosa morta machado santa terezinha igreja goias (3)
1 de 1 idosa morta machado santa terezinha igreja goias (3) - Foto: Reprodução

Goiânia – A Justiça de Goiás determinou nesta quarta-feira (3/ 8) a revogação da prisão preventiva do homem que matou uma idosa na igreja e a internação dele em uma clínica psiquiátrica, já que laudo médico considerou que ele é inimputável, ou seja, incapaz de entender a ação criminosa que cometeu.

Yuri Ribeiro de Brito, de 25 anos, matou a aposentada Maria Elizabeth Castro de Oliveira, de 60 anos, com cinco golpes de machadinha na cabeça. Ela foi assassinada enquanto rezava no santíssimo, dentro da principal paróquia da cidade de Santa Terezinha, no norte goiano.

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O crime aconteceu no início da noite de 20 de abril, uma quarta-feira. Não havia nenhuma relação ou desavença entre o jovem e a idosa. Ele disse apenas que ela teria sorrido dele.

Yuri confessou o crime logo em seguida para um comerciante e disse que estava arrependido. Desde então, ele segue preso na cadeia de Ceres (GO). O jovem se tornou réu por homicídio qualificado.

No entanto, um laudo médico concluiu que Yuri sofre de transtorno de esquizofrenia paranoide, o que torna ele “inteiramente incapaz de entender o caráter delituoso do fato”, segundo texto da decisão judicial. Ele teria tentado suicídio várias vezes dentro da prisão.

Internado e vigiado

O juiz Alex Alves Lessa determinou então, nesta carta, que Yuri seja internado em uma clínica que impeça sua fuga, enquanto é acompanhado pelo Programa de Assistência Integral ao Louco Infrator (Paili).

Além disso, o magistrado determinou que Yuri seja monitorado por tornozeleira eletrônica, não podendo sair de dentro da clínica. A Secretaria de Santa Terezinha deve providenciar a internação em estabelecimento público ou privado, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. Já a Secretaria Municipal de Ceres deve providenciar acompanhamento psiquiátrico. Yuri é assistido pelos advogados Danielle Gomes e Fernando Trindade.

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