Homem é preso por pedir foto "sexy" e enviar nude a menina de 11 anos
Investigadores apuraram identidade do suspeito e descobriram que ele já havia passagens na polícia pelo crime de abuso sexual

Um homem foi preso após pedir fotos “sexies” e enviar nude para uma menina de 11 anos, em São Jorge D’Oeste, no sudoeste do Paraná, na manhã desta sexta-feira (14/8). A prisão ocorreu no âmbito da Operação Cesi-MT, que combate a exploração de crianças na internet.
A Polícia Civil de Mato Grosso (PCMT) começou a investigar o caso após a mãe da vítima denunciar o suspeito na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança, situada em Cuiabá (MT).
Segundo as investigações, o homem morava no Paraná e teria iniciado uma conversa com a criança após ver o perfil dela no Instagram. Nas mensagens, o usuário conversava com a menor, perguntava a sua idade e demostrava interesse em receber e enviar fotos íntimas.
O rapaz constantemente perguntava se algum adulto via as conversas dela e ainda perguntou se podiam fazer chamadas de vídeo. A menina recusou o pedido e, mesmo assim, o homem mandou um nude para ela.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Ao final da conversa, o suspeito solicitou se a menor poderia mandar fotos “sexies” e mesmo diante da negativa, ele enviou uma foto do órgão genital para a conta da menina”, informou a PCMT, em nota.
No decorrer do tempo, a mãe percebeu a situação e pegou o celular da criança. Após perceber o crime, a mulher foi à delegacia com a filha, onde registraram o boletim de ocorrência
Após diligências, investigadores apuraram identidade do suspeito e descobriram que ele já havia passagens na polícia pelo crime de abuso sexual.
Após reunir os fatos, a PCMT representou a prisão preventiva do suspeito, que foi acatada pela Justiça. No estado, policiais cumpriram as ordens judiciais, apreenderam o celular e prenderam o investigado. A identidade dele não foi divulgada.
“A Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) reforça e ressalta a necessidade de atenção dos pais relacionado às ações e comportamentos (2:02) de seus filhos nas redes sociais”, afirmou o delegado da DRCI, Guilherme da Rocha



