Esperando diálogo, Haddad nega retaliação a EUA sobre dividendos

Em publicação no X, o ministro da Fazenda, Haddad, negou rumores sobre o governo limitar remessas de dividendos de empresas norte-americanas

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida de Fernando Haddad - Metrópoles - Foto: Samuel Reis/Metrópoles

Ainda no campo do diálogo acerca da tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aos produtos brasileiros, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou que o governo brasileiros esteja adotando medidas para limitar as remessas de dividendos de empresas norte-americanas que operam no Brasil.

Em publicação no X, neste sábado (19/7), o Ministério da Fazenda se manifestou sobre os rumores.

“O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nega que o governo brasileiro esteja avaliando a adoção de medidas mais rigorosas de controle sobre os dividendos como forma de retaliação às taxas adotadas pelos Estados Unidos e reafirma que essa possibilidade não está em consideração”, informou a pasta.

STF X EUA

A suspensão do visto do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, de seus aliados na Corte e de familiares próximos de todos eles, criou uma discussão interna e externa sobre os efeitos da medida.

Ao anunciar a suspensão nessa sexta-feira (18/7), o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, citou o termo “aliados”, o que leva a uma conclusão inicial de que somente três dos 11 ministros da Corte, mais alinhados ao bolsonarismo, estariam fora da mira das sanções.

Interlocutores de ministros, integrantes do governo brasileiro e jornalistas internacionais incluem na lista dos que teriam o visto revogado, além de Alexandre de Moraes, os seguintes ministros: Luís Roberto Barroso, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Edson Fachin. Ficariam de fora André Mendonça, Nunes Marques e Luiz Fux.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prestou solidariedade aos ministros do STF atingidos com medida de retaliação do governo de Donald Trump.

Neste sábado (19/7), Lula lançou nota oficial e chamou a medida do governo norte-americana de “arbitrária” e sem qualquer fundamento. Disse ainda que “a interferência de um país no sistema de Justiça de outro é inaceitável e fere os princípios básicos do respeito e da soberania entre as nações”.

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