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Brasil

Governo Lula é bom para 35% dos deputados federais, diz Genial/Quaest

Entre os deputados federais, 33% avaliam o governo Lula como negativo e 30% como regular. Fernando Haddad é o ministro preferido

10/08/2023 09:22
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Foto colorida de deputados federais reunidos durante sessão na Câmara dos Deputados - Metrópoles

Os deputados federais praticamente se dividem em três grupos de tamanhos semelhantes: os 35% que consideram Lula positivo, os 33% que entendem o atual governo como negativo e os 30% que acham a gestão do presidente regular.

É o que mostra a pesquisa

Genial/Quaest

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divulgada nesta quinta-feira (10/8). O instituto entrevistou 185 deputados, que representam 36% do total, definidos por região e posicionamento ideológico dos partidos, entre 13 de junho e 6 de agosto. A margem de erro é de 4,8 pontos percentuais.

Gráfico colorido de pesquisa sobre o governo Lula com deputados federais - Metrópoles

Os que consideram a gestão Lula positiva se concentram na região Nordeste. Já os que consideram o governo negativo são majoritariamente da região Sul.

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Para se ter uma noção, 50% dos deputados da região Nordeste consideram o governo Lula positivo. Já 53% da região Sul consideram o governo Lula como negativo.

Os pesquisadores também questionaram os deputados sobre os ministros de Lula. O mais bem avaliado foi Fernando Haddad, da Economia, com 52% de avaliação positiva, 24% regular e 20% negativo.

Já a pior avaliação foi do ministro Rui Costa, da Casa Civil, com 41% negativo, 28% regular e apenas 25% positivo.

gráfico de pesquisa sobre avaliação dos ministros de Lula com deputados federais - Metrópoles

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Os deputados federais que participaram da pesquisa também responderam sobre prováveis aprovações de votações e temas polêmicos.

Veja alguns pontos:

  • 72% acham que a Petrobras deveria explorar petróleo da Amazônia
  • 71% são contrários à legalização do aborto
  • 50% discordam da facilitação da compra e posse de armas
  • 42% entendem que o tema medidas arrecadatórias deve ser prioridade do governo
  • 65% acreditam que a taxação de apostas on-line deve ser aprovada
  • 68% entendem que a taxação dos fundos offshore provavelmente não será aprovada