Governadores de direita se reúnem com Cláudio Castro no Rio nesta 5ª

Encontro está marcado para 18h (horário de Brasília) no Palácio Guanabara. Grupo vai reforçar apoio a Castro após operação mais letal do RJ

atualizado

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Philippe Lima/Governo do Rio de Janeiro
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro PF - Metrópoles
1 de 1 O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro PF - Metrópoles - Foto: Philippe Lima/Governo do Rio de Janeiro

Os governadores de direita vão ao Rio de Janeiro nesta quinta-feira (30/10) se reunir com o governador do estado, Cláudio Castro (PL). O objetivo é reforçar o apoio e oferecer ajuda depois da megaoperação policial que deixou mais de 100 mortos e é a mais letal da história do estado. Castro classificou a ação como “um sucesso”.

O encontro está marcado para 18h (horário de Brasília), no Palácio Guanabara, sede do governo estadual. Entre os confirmados estão:

  • o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), organizador da reunião;
  • o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil),
  • o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo),
  • o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), e
  • a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP).

Dada a magnitude da operação, o tema da segurança pública voltou a ser palco do debate político. Os governadores de direita se opõe a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da segurança pública apresentada pelo governo Lula e que está no Congresso. A PEC propõe a unificação das forças de segurança, mas chefes estaduais temem a subordinação a Brasília. Embora críticos, os políticos de direita não apresentaram até aqui uma outra alternativa.

Nesta quinta, os governadores devem reforçar as ofertas de ajuda a Castro e também traçar estratégias, já que a segurança é assunto de interesse dos brasileiros e estará presente no debate eleitoral de 2026.


Megaoperação

  • Mais de 100 pessoas foram mortas durante a megaoperação contra o Comando Vermelho deflagrada na manhã dessa terça-feira (28/10), no Rio de Janeiro. O governo fala em 119 e a defensoria pública em 132.
  • Segundo o governo, o objetivo da operação era desarticular a estrutura do Comando Vermelho (CV), principal facção do tráfico no estado, e apreender fuzis que a organização criminosa portava.
  • A operação é considerada a mais letal da história do Rio.
  • De acordo com o governador, quatro policiais foram mortos por “narcoterroristas durante a Operação Contenção” em um dia considerado histórico no enfrentamento ao crime organizado para a Polícia Civil do RJ (PCERJ).

 

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