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Brasil

GO: laudo preliminar não identifica causa da morte de esteticista

Segundo a polícia, exames complementares devem ser realizados para revelar causa da morte de esteticista. Corpo estava em região de mata

22/02/2023 13:31
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Reprodução/Instagram
muher maquiada e com colar olha séria para câmera

Goiânia – De acordo com a Polícia Civil de Goiás (PCGO), o laudo preliminar realizado após a identificação do corpo da esteticista Juscelia de Jesus Silva, de 32 anos, não foi suficiente para identificar a causa da morte da mulher. Segundo a corporação, foram pedidos exames complementares. A vítima desapareceu na capital goiana após sair para ir a uma entrevista de emprego.

O corpo da esteticista foi encontrado no último domingo (19/2), às margens de uma rodovia na região metropolitana da capital. O cadáver estava nu e envolto em um saco plástico. O Instituto Médico Legal confirmou a identidade por meio das digitais.

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Corpo de mulher desaparecida foi encontrado
Juscelia Silva estava desaparecida desde 14 de fevereiro
Esteticista Juscelia Silva
Família mobilizou redes sociais para encontrar esteticista desaparecida
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Corpo de mulher desaparecida foi encontrado
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Juscelia Silva estava desaparecida desde 14 de fevereiro
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Juscelia Silva estava desaparecida desde 14 de fevereiro

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Esteticista Juscelia Silva
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Esteticista Juscelia Silva

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De acordo com o delegado responsável pela investigação do caso, Maurício Passerine, o estado de decomposição em que o corpo estava interferiu no resultado do exame. Segundo ele, fatores como temperatura, umidade do local e até mesmo animais da região em que a vítima foi encontrada podem ter prejudicado a análise.

A corporação informou ainda que não concederá nenhuma nova informação sobre o caso para não atrapalhar a investigação.

Entrevista de emprego

Segundo a família, antes de desaparecer no dia 14 de fevereiro, Juscelia estava indo a uma entrevista de emprego em Goiânia. O marido dela, Reginaldo Moura, mostrou à polícia sua última conversa com a vítima no WhatsApp, em que a esteticista pede que ele deposite dinheiro para que ela chame um carro de aplicativo.

Depois, ela diz que não precisa mais do depósito e afirma que pagará o motorista em dinheiro. Ainda segundo os familiares, a mulher carregava R$ 8 mil quando saiu de casa, referente à venda de um carro.

A vítima é natural de Riacho de Santana, na Bahia, mas morava em Goiânia com o marido há 17 anos e deixa uma filha de 9 anos.

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