Gleisi se manifesta sobre assédio sofrido pela presidente do México
Claudia Sheinbaum sofreu assédio sexual durante caminhada em rua da capital mexicana. Agressor foi preso e denunciado
atualizado
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A ministra de Relações Institucionais do governo Lula, Gleisi Hoffmann, prestou apoio à presidente do México, Claudia Sheinbaum, depois que a mandatária sofreu assédio sexual na rua enquanto tirava fotos com apoiadores na capital mexicana nessa terça-feira (4/11). Gleisi destacou que o episódio é “revoltante” e mostra que “nenhuma mulher está livre de assédio”.
Veja o momento:
Dra. Claudia Sheimbaum @Claudiashein
Porfavor tenga más cuidado en su seguridad.
Los buitres siempre andan sueltos.
pic.twitter.com/iTfpB4YwAY— 🔴☆ Zaratustra ☆🔴 (@Zoroastro_2021) November 5, 2025
“Triste ver o assédio sofrido pela presidenta do México, Claudia Sheinbaum. O que ela sofreu é revoltante e mostra que nenhuma mulher, nem mesmo quem ocupa o mais alto cargo de um país, está livre de assédio. Seguimos juntas enfrentando o machismo e a misoginia até que todas as mulheres sejam respeitadas. Nossa solidariedade, presidenta Claudia”, declarou Gleisi em postagem no X nesta quarta-feira (5/11).
Sheinbaum caminhava por uma rua nas proximidades do palácio presidencial, na Cidade do México, e tirava fotos com apoiadores, quando um homem se aproximou dela e tentou beijá-la, além de encostar em seus seios.
O indivíduo se aproximou da presidente, passou um braço sobre o ombro dela, enquanto tocava sua cintura e peito com o outro braço, e tentava beijá-la no pescoço. Depois do assédio, um segurança apareceu e afastou o homem, que aparentava estar sob efeito de drogas ou embriagado.
A mandatária mexicana informou, nesta quarta, que denunciou o agressor, identificado como Uriel Rivera. Segundo Sheinbaum, ele continuar a assediar outras mulheres depois do ocorrido com ela. As autoridades de segurança informaram que o homem foi preso.
A presidente também anunciou que vai iniciar uma campanha para que o assédio sexual seja considerado crime em todo o país, já que, no México, cada distrito possui seus próprios códigos penais.
