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Gleisi e Padilha tomam posse como novos ministros de Lula

Gleisi assumiu a Secretaria de Relações Institucionais, enquanto Padilha volta para o comando do Ministério da Saúde

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Presidente Lula dá posse a Alexandre Padilha, como ministro da Saúde, e a Gleisi Hoffmann, como ministra de Relações Institucionais, em cerimônia no Palácio do Planalto Metrópoles
1 de 1 Presidente Lula dá posse a Alexandre Padilha, como ministro da Saúde, e a Gleisi Hoffmann, como ministra de Relações Institucionais, em cerimônia no Palácio do Planalto Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu posse a Alexandre Padilha e Gleisi Hoffmann no Ministério da Saúde e na Secretaria de Relações Institucionais (SRI), respectivamente, durante cerimônia nesta segunda-feira (10/3), no Palácio do Planalto.

Siga o evento:

Padilha deixou a SRI e tomou posse no lugar de Nísia Trindade, nome técnico indicado pelo presidente Lula. Enquanto isso, Gleisi se afasta dos trabalhos na Câmara dos Deputados para compor o primeiro escalão da gestão petista.

A cerimônia de posse contou com a participação de diferentes nomes do Legislativo, incluindo os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

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Lula e sua nova ministra, Gleisi Hoffmann
Alexandre Padilha era ministro de Relações Institucionais antes de assumir ministério que foi comandado por Nísia Trindade
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Novo ministro da Saúde quer criar marca para a pasta
Gleisi Hoffmann
Confirmado para o cargo em 25 de fevereiro, Alexandre Padilha só tomou posse em 10 de março para o comando do Ministério da Saúde, após evento no Palácio do Planalto
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Confirmado para o cargo em 25 de fevereiro, Alexandre Padilha só tomou posse em 10 de março para o comando do Ministério da Saúde, após evento no Palácio do Planalto

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Alexandre Padilha era ministro de Relações Institucionais antes de assumir ministério que foi comandado por Nísia Trindade
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Lula quer criar marcas no governo
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Davi Alcolumbre, Rui Costa e Gleisi Hoffmann
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Presidente Lula, primeira-dama Janja e Davi Alcolumbre durante posse de ministros
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As nomeações de Gleisi e Padilha marcam o início da reforma ministerial ensaiada no governo Lula desde o começo de 2025. A troca, no entanto, desagrada uma parte do centrão, que indica a necessidade de mudanças dentro da articulação do governo Lula.

“Campanha sistemática e misógina”

Durante a cerimônia, a ministra Nísia Trindade, que deixa o Ministério da Saúde para a entrada de Padilha, criticou a “campanha sistemática e misógina” a qual foi submetida durante sua gestão.

O período de Nísia à frente da pasta foi marcada por crises e pressões pelo comando do órgão. Em discurso, ela defendeu sua gestão e citou avanços na saúde.

“Ainda que o sentimento predominante em mim seja satisfação por ter feito parte da equipe do presidente Lula e ter servido ao meu país, não posso esquecer que durante os 25 meses em que fui ministra, uma campanha sistemática e misógina ocorreu de desvalorização do meu trabalho, da minha capacidade e da minha idoneidade”, afirmou.

Conciliação

A nova ministra da SRI, Gleisi Hoffmann, prometeu trabalhar em colaboração com ministérios e o Congresso Nacional para a aprovação de pautas prioritárias. Em discurso, ela fez gestos ao ministro Fernando Haddad, da Fazenda, e aos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, respectivamente.

“Estarei aqui, ministro Fernando Haddad, para ajudar na consolidação das pautas econômicas desse governo. As pautas que você conduz e que estão colocando o Brasil na rota do emprego, do crescimento e da renda”, disse a ministra ao assumir o cargo.

“Vamos ter uma atuação conjunta em defesa do povo do Brasil. Com vocês [Motta e Alcolumbre], quero manter relação respeitosa, franca, solidária e direta. Não tenham dúvidas, estarei sempre aqui para conversar, ouvir críticas e acolher soluções”, prometeu Gleisi.

Prioridades da saúde

O novo ministro da Saúde apresentou as novas prioridades da gestão dele à frente da pasta, como ampliação da vacinação contra a dengue e ampliar o atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nós vamos teimar, porque é desumano, a angustia e insônia de uma família inteira que aguarda para conseguir fazer uma biopsia, já que a prioridade do diagnóstico é decisiva para a chance de cura do câncer”, disse Padilha.

“Assumo aqui o compromisso de trazer esse desafio histórico para o centro das nossas ações, de toda a equipe e órgão do Ministério da Saúde. Vamos entender, enfrentá-lo e vencê-lo. Essa será mais do que uma prioridade, será nossa agenda diária de trabalho, buscando reduzir o tempo para quem espera um atendimento especializado no nosso país.”

Alexandre Padilha destacou a necessidade de revisar a remuneração dos profissionais de saúde, assim como trabalhar junto ao Ministério da Educação (MEC) para garantir uma formação mais qualitativa dos novos médicos e enfermeiros. “Mais focados na qualidade do que na quantidade.”

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