Gleisi: é “escárnio” usar bandeira do Brasil para apoiar “traidores”

A ministra de Relações Institucionais do governo Lula afirmou que o país é “chantageado” pelo tarifaço imposto por Donald Trump

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Ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann
1 de 1 Ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann - Foto: Gil Ferreira/SRI

A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou ser um “escárnio” utilizar bandeiras do Brasil para o que considera “atos de apoio aos traidores da pátria”. A articuladora política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu às manifestações bolsonaristas realizadas no último domingo (3/8), que tiveram o ministro Alexandre de Moraes e o Supremo Tribunal Federal (STF) com principais alvos, mas também miraram em Lula.

“Chega a ser um escárnio levar bandeiras do Brasil para os atos de apoio aos traidores da pátria. Uma ofensa ao símbolo do país, que está sendo chantageado pelo tarifaço Bolsonaro e pelos ataques de Trump ao Judiciário e à soberania nacional. Nunca foram patriotas, e isso está cada vez mais claro”, escreveu Gleisi no X, antigo Twitter.

As manifestações em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ocorreram em meio à confirmação da taxação de 50% a produtos brasileiros, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O norte-americano disse haver uma “caça às bruxas” ao aliado no Brasil, referindo-se aos inquéritos contra o ex-mandatário.

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Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, participa de ato bolsonarista na Avenida Paulista
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Deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL), líder da oposição na Câmara Federal, durante ato bolsonarista na Paulista
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Manifestantes participam de ato bolsonarista na Avenida Paulista3
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Pastor Silas Malafaia, organizador do ato Reaja Brasil, no carro de som durante manifestação bolsonarista na Avenida Paulista
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Pastor Silas Malafaia, organizador do ato Reaja Brasil, no carro de som durante manifestação bolsonarista na Avenida Paulista

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Apoiadores de Jair Bolsonaro fazem manifestação na Avenida Paulista
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Apoiadores de Jair Bolsonaro fazem manifestação na Avenida Paulista

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Bolsonaro não participou, pois uma das medidas restritivas impostas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes é que ele permaneça em casa às noites de dias de semana e também aos fins de semana e feriados. Ele foi representado nas ruas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho, e por aliados como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Os manifestantes usaram as tradicionais roupas amarelas, com bandeiras do Brasil. Alguns tinham em mãos bandeiras dos Estados Unidos, em alusão à sanção imposta por Trump em defesa de Bolsonaro. Os aliados do ex-presidente foram às ruas em 62 cidades de todo o país, com mobilização maior em São Paulo.

A pauta das mobilizações também inclui o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro participou por videochamadas e assistiu aos atos em Brasília, transmitido por uma assessora, no Rio, pelo filho Flávio Bolsonaro (PL-SP), e em Belém, pela mulher, Michelle. O PT tem apostado no tarifaço como maneira de desgastar não somente o ex-presidente, como também aliados próximos.

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