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Brasil

Gaza: Vieira fala com chanceler israelense sobre saída de brasileiros

O objetivo da conversa de Mauro Vieira com Eli Cohen é destravar a saída de 34 brasileiros e pessoas próximas a eles que estão em Gaza

03/11/2023 15:39, atualizado 03/11/2023 15:40
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Reprodução
imagem colorida chanceler discursa em cúpula - metrópoles

O ministro das relações exteriores brasileiro, Mauro Vieira, telefonou para o chanceler de Israel, Eli Cohen, na manhã desta sexta-feira (3/11). O objetivo da conversa é destravar a saída de 34 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e que esperam a repatriação do Brasil.

O Itamaraty informou que os ministros conversaram sobre as tratativas para que os brasileiros possam ser imediatamente repatriados ao Brasil, via Egito. Esse é o primeiro contato entre ambos desde que a abertura do posto fronteiriço de Rafah, que ocorreu na última quarta-feira (1°/11).

Nesta sexta-feira (3/11), pelo terceiro dia consecutivo, estrangeiros e palestinos com dupla cidadania receberam autorização para atravessar da Faixa de Gaza para o Egito. No entanto, novamente, não havia o nome de brasileiros no grupo.

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A primeira lista tinha quase 500 nomes, com pessoas da Austrália, Áustria, Bulgária, Finlândia, Indonésia, Jordânia, Japão e República Tcheca. Na quinta-feira (2/11), 576 receberam a liberação. Havia pessoas do México, Hungria, Croácia, Coreia do Sul, Azerbaijão, Grécia, Chade, Bahrein, Itália, Suíça, Sri Lanka, Holanda, Bélgica e Macedônia do Norte.

A lista mais recente, desta sexta, tinha 71 pessoas estão autorizadas a fazer a travessia. São norte-americanos, britânicos, italianos, alemães, mexicanos e indonésios.

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Palestinos com passaportes estrangeiros atravessam para o Egito na Passagem de Rafah, em Gaza
Conflito entre Israel e a Palestina completa um mês com mais de 11 mil mortos
Famílias inteiras passam de Gaza para o Egito fugindo da guerra entre Hamas e Israel
Palestinos aguardam nome ser chamado para sair de Gaza e entrar no Egito
Travessia de Gaza para o Egito
Pela primeira vez desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro, a passagem aqui na fronteira Gaza-Egito foi aberta esta semana para permitir que um pequeno número de portadores de passaportes estrangeiros e gravemente feridos entrassem no Egito
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Pela primeira vez desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro, a passagem aqui na fronteira Gaza-Egito foi aberta esta semana para permitir que um pequeno número de portadores de passaportes estrangeiros e gravemente feridos entrassem no Egito

Ahmad Hasaballah/Getty Images
Palestinos com passaportes estrangeiros atravessam para o Egito na Passagem de Rafah, em Gaza
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Palestinos com passaportes estrangeiros atravessam para o Egito na Passagem de Rafah, em Gaza

Loay Ayyoub/For The Washington Post via Getty Images
Conflito entre Israel e a Palestina completa um mês com mais de 11 mil mortos
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Conflito entre Israel e a Palestina completa um mês com mais de 11 mil mortos

Majdi Fathi/NurPhoto via Getty Images
Famílias inteiras passam de Gaza para o Egito fugindo da guerra entre Hamas e Israel
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Famílias inteiras passam de Gaza para o Egito fugindo da guerra entre Hamas e Israel

Abed Rahim Khatib/Anadolu via Getty Images
Palestinos aguardam nome ser chamado para sair de Gaza e entrar no Egito
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Palestinos aguardam nome ser chamado para sair de Gaza e entrar no Egito

Abed Rahim Khatib/Anadolu via Getty Images
Travessia de Gaza para o Egito
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Travessia de Gaza para o Egito

Abed Rahim Khatib/Anadolu via Getty Images

Guerra há quase um mês

O conflito se acirrou em 7 de outubro, quando o grupo extremista Hamas promoveu um ataque-surpresa contra Israel. A ação deixou mais de 1,4 mil mortos.

Em retaliação, o governo israelense tem bombardeado e empreendido incursões localizadas à Faixa de Gaza, que já deixaram mais de 9 mil mortos, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza.

O conflito, no entanto, não dá sinais de arrefecer. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou, nessa segunda (30/10), que a nação descarta totalmente um cessar-fogo e disse que suspender a retaliação aos ataques do Hamas seria o “equivalente a uma rendição”.