Fraudes no auxílio emergencial são investigadas pela Polícia Federal
Só em São Paulo, quadrilha que fraudava o benefício destinado aos trabalhadores brasileiros causou um prejuízo de aproximadamente R$ 350 mil
atualizado
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Com o intuito de desarticular organizações criminosas que fraudaram o auxílio emergencial em três estados brasileiros, a Polícia Federal deflagrou, em São Paulo, na manhã desta segunda-feira (9/11) a Operação Primeira Parcela.
A operação é resultado de esforços da Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (Eiafae), da qual são integrantes a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) o Ministério da Cidadania (MCid) , a Caixa, a Receita Federal (RF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (CGU). A ação, que conta com 60 agentes federal está sendo executada em três estados, São Paulo, Bahia e Tocantins.
Só em São Paulo, a quadrilha que fraudava o benefício destinado aos trabalhadores brasileiros causou um prejuízo de aproximadamente R$ 350 mil aos cofres públicos.
Estelionato, constituição de organização criminosa e lavagem de dinheiro são as tipificações criminais que os envolvidos poderão responder, se condenados. A Polícia Federal enfatiza que qualquer cidadão que não se enquadra nos parâmetros do Art. 2º da Lei nº 13.982/2020 e recebeu o Auxílio Emergencial indevidamente está sujeitos a se tornar alvo de investigação criminal.
