Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Eleições 2026Brasil

Flávio divulga formação correta após negativa da UFRJ sobre pós-graduação

Senador Flávio Bolsonaro divulgou seus diplomas após assumir erro em currículo com pós-graduação na UFRJ

13/08/2026 00:43
Reprodução/PL
Flávio Bolsonaro durante convenção do PL-SC

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), divulgou, na noite desta quarta-feira (13/8), sua formação acadêmica correta após perfis oficiais dele indicarem uma pós-graduação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que ele nunca cursou. 

Flávio publicou nas redes sociais seus diplomas de ensino superior e especializações. “Para que não restem dúvidas sobre minha formação acadêmica, conquistada à base de vários anos de muito estudo e dedicação”, disse. 

Segundo o senador, ele é bacharel em direito pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, e advogado inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) desde 2006.

Ele também é especialista em políticas públicas (IUPERJ-UCAM e Escola de Políticas Públicas e Governo) desde 2012. E tem um MBA em empreendedorismo e desenvolvimento de novos negócios pela Fundação Getulio Vargas, conquistado em 2015.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Pós-graduação na UFRJ

Perfis oficiais de Flávio informavam que ele teria feito uma pós-graduação em ciências políticas na UFRJ. No entanto, a instituição negou que o senador tenha estudado lá.

“Pelo Sistema Integrado de Gestão Acadêmica, o SIGA, não há registro referente ao sr. Flávio Nantes Bolsonaro como discente na Universidade Federal do Rio de Janeiro”, disse a UFRJ.

Após a negativa da universidade, a assessoria de Flávio disse que a inclusão do curso foi um “equívoco” e que os dados teriam sido “possivelmente extraídos de páginas como a Wikipedia”.

A informação aparecia na página da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), onde Flávio foi deputado por quatro mandatos, no perfil dele no Senado Federal, no LinkedIn e na página da Wikipedia. Nesta quarta-feira (12/8), as informações foram retiradas do ar.